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Alicia Silverstone empresta voz para vaca animatrônica criada pela PETA para fazer ativismo


A ONG norte-americana PETA criou uma forma diferente de levar o ativismo vegano para escolas, parques e outros espaços. Uma vaca criada com tecnologia animatrônica, um ramo da robótica, fala para os espectadores sobre os aspectos ruins de consumir laticínios.

Um robô em formato de vaca obviamente chama muita atenção em qualquer lugar, especialmente porque ele mexe a boca, o corpo e tem até expressões faciais. Uma ferramenta bastante interessante para passar mensagens.

A voz da simpática vaquinha high-tech foi gravada pela atriz vegana Alicia Silverstone, que ficou muito conhecida como Batgirl em um filme do Batman de 1997. Confira no vídeo abaixo como ficou esse projeto bastante peculiar (em inglês).




Fonte: Vista-se 


Câmera oculta mostra o sofrimento dos animais em granjas das marcas Seara, Perdigão e Sadia


A ONG internacional Mercy for Animals divulgou uma nova investigação realizada em granjas brasileiras de criação de frangos.

As imagens foram registradas em propriedades que fornecem animais para as empresas JBS, que vende frangos por meio da marca Seara, BRF, das marcas Sadia e Perdigão, e ainda as empresas especializadas em aves Ad’oro e Friaves.

Com uma câmera escondida, o investigador da ONG flagrou funcionários matando pintinhos com as próprias mãos ou pressionando-os contra comedouros e outros objetos rígidos até que eles morressem. As imagens mostram também animais largados agonizando para morrer e ambientes superlotados e sujos.

A ONG registrou o domínio www.infernodosfrangos.com.br para abrigar o material da investigação. O vídeo abaixo tem narração em português.




Fonte: Vista-se 


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Animais não são alimento, nenhum deles. Eles não são comida nem escravos dos humanos. Sentem como todos nós e por isso merecem a vida e a liberdade. A alimentação vegetariana estrita, sem carne de qualquer tipo ou derivados (laticínios, ovos, mel), já está provada como sendo a mais saudável para os humanos. Quem opta pelo veganismo (que engloba não somente a dieta vegetariana estrita, como também o não uso de roupas e acessórios de couro, lã, pele e seda, assim como o boicote a "atrações" que exploram os animais, como zoológicos, circos e aquários, e a empresas que fazem testes em animais) está fazendo um bem pelos animais e para sua própria saúde e vida. E não é difícil nem caro. Quer uma ajuda para começar a parar de comer carne? O primeiro passo é a informação. Aprenda com quem já vive esse estilo de vida: pergunte, pesquise. Use as redes sociais para expandir seu conhecimento sobre vários assuntos, inclusive esse, que é vital para você e um imensurável número de vidas inocentes. Há diversos grupos sobre o tema no Facebook. Listamos abaixo alguns deles:

VegAjuda - Veganismo disponibiliza um tópico fixo com uma lista de produtos (não só para alimentação) livres de crueldade animal e oferece sempre diversas dicas para iniciantes e "veteranos";

Veganismo é um dos maiores grupos sobre o tema no Facebook, com mais de 50 mil membros sempre compartilhando experiências e tirando dúvidas;

Veganismo Popular e Veganos Pobres Brasil desmitificam a ideia de que veganismo é caro. É perfeitamente viável seguir uma alimentação diária sem crueldade animal e sem maltratar o bolso;

Musculação Vegana é voltado para os praticantes de atividades físicas. Nele, você pode ver como é preconceituosa e errada a ideia que algumas pessoas tentam propagar, de que vegetarianos estritos são fracos fisicamente (muito pelo contrário, são mais fortes e saudáveis). O grupo oferece diversas dicas de alimentação e suplementação vegana.

Existem diversos sites e blogues com deliciosas receitas veganas (além dos tradicionais livros de receitas), simples e baratas de fazer. Clique aqui para conhecer uma lista deles!

Já a Revista dos Vegetarianos é uma publicação mensal (impressa e on-line) com excelente conteúdo que vai bem além de receitas, focando a saúde como um todo. 

Mapa Vegano lista diversos estabelecimentos em todo o Brasil, abrangendo produtos e serviços de alimentos e bebidas, higiene e beleza, roupas e acessórios, ONGs e outros. 

Informe-se sempre! Aqui mesmo em nosso blogue, publicamos diariamente matérias sobre veganismo x indústria da carne (e do leite, ovos etc.). Leia também em outras fontes, converse com outros veganos e vegetarianos (mesmo que você não conheça pessoalmente, como nos grupos indicados acima) e veja de que lado é o certo ficar. Mas já saiba desde o começo que abraçar o veganismo é uma mudança e tanto, que fará um imenso bem para você, para os animais e para o planeta.

Exportando vidas



Exportando Vidas é um vídeo documental que revela a realidade cruel do comércio internacional de animais. Especialistas nas áreas de direito, meio ambiente, saúde animal e representantes do poder público explicam por que essa atividade é ilegal e deve ser proibida no Brasil, acompanhando uma tendência mundial que questiona e rejeita suas práticas.



NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Ressaltamos que a exportação de animais vivos é uma barbaridade a mais em uma indústria que já é cruel mesmo quando se mantém em terra firme. Somos plenamente a favor da luta para proibir essa prática, mas nossa meta é a completa libertação animal. Que os animais não sejam mais criados para viver confinados, torturados e mortos para consumo humano. E você pode fazer sua parte para acabar com isso. 

Animais não são alimento, nenhum deles. Eles não são comida nem escravos dos humanos. Sentem como todos nós e por isso merecem a vida e a liberdade. A alimentação vegetariana estrita, sem carne de qualquer tipo ou derivados (laticínios, ovos, mel), já está provada como sendo a mais saudável para os humanos. Quem opta pelo veganismo (que engloba não somente a dieta vegetariana estrita, como também o não uso de roupas e acessórios de couro, lã, pele e seda, assim como o boicote a "atrações" que exploram os animais, como zoológicos, circos e aquários, e a empresas que fazem testes em animais) está fazendo um bem pelos animais e para sua própria saúde e vida. E não é difícil nem caro. Quer uma ajuda para começar a parar de comer carne? O primeiro passo é a informação. Aprenda com quem já vive esse estilo de vida: pergunte, pesquise. Use as redes sociais para expandir seu conhecimento sobre vários assuntos, inclusive esse, que é vital para você e um imensurável número de vidas inocentes. Há diversos grupos sobre o tema no Facebook. Listamos abaixo alguns deles:

VegAjuda - Veganismo disponibiliza um tópico fixo com uma lista de produtos (não só para alimentação) livres de crueldade animal e oferece sempre diversas dicas para iniciantes e "veteranos";

Veganismo é um dos maiores grupos sobre o tema no Facebook, com mais de 50 mil membros sempre compartilhando experiências e tirando dúvidas;

Veganismo Popular e Veganos Pobres Brasil desmitificam a ideia de que veganismo é caro. É perfeitamente viável seguir uma alimentação diária sem crueldade animal e sem maltratar o bolso;

Musculação Vegana é voltado para os praticantes de atividades físicas. Nele, você pode ver como é preconceituosa e errada a ideia que algumas pessoas tentam propagar, de que vegetarianos estritos são fracos fisicamente (muito pelo contrário, são mais fortes e saudáveis). O grupo oferece diversas dicas de alimentação e suplementação vegana.

Existem diversos sites e blogues com deliciosas receitas veganas (além dos tradicionais livros de receitas), simples e baratas de fazer. Clique aqui para conhecer uma lista deles!

Já a Revista dos Vegetarianos é uma publicação mensal (impressa e on-line) com excelente conteúdo que vai bem além de receitas, focando a saúde como um todo. 

Mapa Vegano lista diversos estabelecimentos em todo o Brasil, abrangendo produtos e serviços de alimentos e bebidas, higiene e beleza, roupas e acessórios, ONGs e outros. 

Informe-se sempre! Aqui mesmo em nosso blogue, publicamos diariamente matérias sobre veganismo x indústria da carne (e do leite, ovos etc.). Leia também em outras fontes, converse com outros veganos e vegetarianos (mesmo que você não conheça pessoalmente, como nos grupos indicados acima) e veja de que lado é o certo ficar. Mas já saiba desde o começo que abraçar o veganismo é uma mudança e tanto, que fará um imenso bem para você, para os animais e para o planeta.

Nova investigação da Mercy for Animals revela extremo sofrimento animal em fornecedor da JBS EUA



Fonte: Mercy for Animals Brasil 


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Animais não são alimento, nenhum deles. Eles não são comida nem escravos dos humanos. Sentem como todos nós e por isso merecem a vida e a liberdade. A alimentação vegetariana estrita, sem carne de qualquer tipo ou derivados (laticínios, ovos, mel), já está provada como sendo a mais saudável para os humanos. Quem opta pelo veganismo (que engloba não somente a dieta vegetariana estrita, como também o não uso de roupas e acessórios de couro, lã, pele e seda, assim como o boicote a "atrações" que exploram os animais, como zoológicos, circos e aquários, e a empresas que fazem testes em animais) está fazendo um bem pelos animais e para sua própria saúde e vida. E não é difícil nem caro. Quer uma ajuda para começar a parar de comer carne? O primeiro passo é a informação. Aprenda com quem já vive esse estilo de vida: pergunte, pesquise. Use as redes sociais para expandir seu conhecimento sobre vários assuntos, inclusive esse, que é vital para você e um imensurável número de vidas inocentes. Há diversos grupos sobre o tema no Facebook. Listamos abaixo alguns deles:

VegAjuda - Veganismo disponibiliza um tópico fixo com uma lista de produtos (não só para alimentação) livres de crueldade animal e oferece sempre diversas dicas para iniciantes e "veteranos";

Veganismo é um dos maiores grupos sobre o tema no Facebook, com mais de 50 mil membros sempre compartilhando experiências e tirando dúvidas;

Veganismo Popular e Veganos Pobres Brasil desmitificam a ideia de que veganismo é caro. É perfeitamente viável seguir uma alimentação diária sem crueldade animal e sem maltratar o bolso;

Musculação Vegana é voltado para os praticantes de atividades físicas. Nele, você pode ver como é preconceituosa e errada a ideia que algumas pessoas tentam propagar, de que vegetarianos estritos são fracos fisicamente (muito pelo contrário, são mais fortes e saudáveis). O grupo oferece diversas dicas de alimentação e suplementação vegana.

Existem diversos sites e blogues com deliciosas receitas veganas (além dos tradicionais livros de receitas), simples e baratas de fazer. Clique aqui para conhecer uma lista deles!

Já a Revista dos Vegetarianos é uma publicação mensal (impressa e on-line) com excelente conteúdo que vai bem além de receitas, focando a saúde como um todo. 

Mapa Vegano lista diversos estabelecimentos em todo o Brasil, abrangendo produtos e serviços de alimentos e bebidas, higiene e beleza, roupas e acessórios, ONGs e outros. 

Informe-se sempre! Aqui mesmo em nosso blogue, publicamos diariamente matérias sobre veganismo x indústria da carne (e do leite, ovos etc.). Leia também em outras fontes, converse com outros veganos e vegetarianos (mesmo que você não conheça pessoalmente, como nos grupos indicados acima) e veja de que lado é o certo ficar. Mas já saiba desde o começo que abraçar o veganismo é uma mudança e tanto, que fará um imenso bem para você, para os animais e para o planeta.

Pode comer cachorro?



Fonte: Vegano Vitor 

Receitas de hambúrguer de feijão-preto e de grão-de-bico


HAMBÚRGUER DE FEIJÃO-PRETO


Ingredientes

1 xícara (chá) de feijão-preto cru

1/3 de xícara (chá) de cebola bem picada

2 dentes de alho médios bem picados

1 colher (sopa) de orégano desidratado

2 colheres (sopa) de azeite

1/2 xícara (chá) de salsinha picada

1 colher (sopa) de suco de limão

Sal a gosto

Pimenta moída a gosto

1/3 de xícara (chá) de aveia em flocos finos

1/3 de xícara (chá) de farinha de trigo integral


Modo de preparo

1. Coloque o feijão-preto cru em uma vasilha, cubra com o triplo de água e deixe de molho por 12 horas. Esse tempo ajuda na redução do fitato;

2. Escorra, lave, coloque em uma panela de pressão e cubra com 2 dedos de água. Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos depois que pegar pressão e desligue;

3. Retire o feijão cozido com o auxílio de uma escumadeira (deixe escorrer todo o caldo, para o hambúrguer não pedir muita farinha depois, o que atrapalhará no sabor) e coloque em uma vasilha;

4. Amasse com um garfo, e, se você quiser, pode deixar alguns grãos inteiros para dar mais textura ao hambúrguer;

5. Adicione a cebola, o alho, o orégano, o suco de limão, o azeite, a salsinha picada, tempere com sal e pimenta a gosto e misture;

6. Adicione a aveia em flocos finos e a farinha integral. Misture bem e, caso necessário, adicione mais farinha, até a massa ficar modelável;

7. Modele hambúrgueres e frite em uma frigideira antiaderente com um fio de óleo, em fogo médio, até os dois lados ficarem bem douradinhos. Está pronto!




Dicas

> No lugar da farinha integral, pode usar a branca ou farinha de rosca, colocando aos poucos até dar o ponto. Procure escorrer bem os grãos, para o hambúrguer não pedir muita farinha e ficar pesado;

> Para uma versão sem glúten, você pode usar uma aveia sem glúten e farinha de arroz, ou só aveia, ou só farinha de arroz. Como a farinha de arroz é mais espessa que a de trigo, vai bem menos, cerca de meia xícara;

> Use o caldo do cozimento do feijão para sopas e caldinhos;

> Você pode congelar esses hambúrgueres: é só modelar, colocar em uma forma, levar ao freezer até ficarem duros, retirar com cuidado e guardar em uma vasilha ou saquinho fechado;

> Veja outros hambúrgueres veganos aqui.




HAMBÚRGUER DE GRÃO-DE-BICO


Ingredientes

1 xícara (chá) de grão-de-bico cru

2 colheres (sopa) de azeite

3/4 de xícara (chá) de cebola picada

3 dentes de alho picados

1/2 xícara (chá) de cebolinha e salsinha picadas

1 colher (sopa) de orégano desidratado

2 colheres (sopa) de suco limão

1/2 colher (chá) de páprica defumada ou picante

1/4 de colher (chá) de cominho

Sal a gosto

Farinha de aveia, arroz ou trigo (branca ou integral) para dar liga (cerca de 1/4 de xícara)


Modo de preparo

1. Coloque o grão-de-bico cru em uma vasilha, cubra com o dobro de água e deixe de molho por 8 horas;

2. Escorra, lave, coloque em uma panela de pressão e cubra com dois dedos de água. Cozinhe por cerca de 10 minutos depois que pegar pressão ou até os grãos estarem macios;

3. Escorra bem e coloque em um processador ou liquidificador potente. Use a tecla pulsar para triturar, mas deixe alguns pedacinhos. Coloque em uma vasilha e reserve;

4. Em uma panela, coloque o azeite e refogue a cebola picada e o alho picado até ficarem levemente dourados. Coloque tudo na vasilha, juntamente com os outros temperos (cebolinha e salsinha picadas, orégano desidratado, suco de limão, páprica defumada ou picante, cominho). Tempere com sal a gosto e misture bem;

5. Adicione farinha de aveia, arroz ou trigo até obter uma mistura modelável - cerca de 1/4 de xícara;

6. Modele hambúrgueres e coloque sobre uma assadeira antiaderente levemente untada. Regue-os com azeite e asse em forno preaquecido a 200ºC por cerca de 20 minutos. Vire os hambúrgueres e asse por mais 10 minutos ou até ficarem douradinhos




Dicas

> Se você quiser preparar hambúrgueres fritos, coloque-os no freezer por pelo menos meia hora para ficarem mais firmes, já que esses de grão-de-bico são mais delicados. Frite em um fio de azeite até ficarem douradinhos dos dois lados, evitando mexer muito, e, se possível, modele-os com o tamanho da sua espátula, para ficar mais fácil de virar. Se quiser, coloque sobre papel-toalha para secar o excesso de óleo;

> Os temperos são a gosto, mas lembre que quanto mais temperos, principalmente azeite, vinagre e limão, mais farinha o hambúrguer vai pedir. Dessa forma, o sabor do grão-de-bico não ficará tão presente;

> Você pode congelar seus hambúrgueres para ter sempre à mão;

> Veja outros hambúrgueres veganos aqui.

O sonho americano dos cães de Chernobyl

Voluntários da ONG norte-americana Clean Futures Fund (CFF) com cães em Chernobyl 
(Foto: Sergei Supinsky / AFP)


Latidos e uivos quebram a calma em torno de Chernobyl: os cães de rua da cidade ucraniana atingida pelo pior acidente nuclear da história se preparam para ter uma nova vida nos Estados Unidos.

Há 30 anos, o prédio de onde se originam esses sons era usado como um centro de desinfecção para os funcionários da usina nuclear, que trocavam de roupa após o trabalho e se submetiam a um tratamento sanitário.

Hoje, foi transformado em um hospital para cães que vivem na zona de exclusão em torno da central nuclear em um raio de 30 quilômetros, quase desabitada desde a tragédia ocorrida em 1986.

Um projeto de adoção desses animais foi lançado pela ONG norte-americana Clean Futures Fund (CFF). Seu cofundador, Lucas Hixson, que visitou pela primeira vez Chernobyl em 2013 como especialista em radiação, ficou surpreso com o número de cachorros na região e acabou adotando um no ano passado.

O nome de seu adotado é Dva ('dois' em ucraniano), em referência ao fato de que ele foi o segundo cão de Chernobyl a ser adotado. Mas os voluntários da CFF esperam que mais 200 tenham um destino semelhante nos próximos dois anos.

O reator número 4 da usina soviética de Chernobyl, localizada a cerca de 100 quilômetros ao norte de Kiev, explodiu em abril de 1986. O acidente contaminou, de acordo com algumas estimativas, até três quartos da Europa, mas especialmente a Ucrânia, Rússia e Bielorrússia, então repúblicas soviéticas.

As autoridades evacuaram milhares de pessoas em um raio de 30 km em torno da usina, um vasto território que continua proibido de ser habitado.

Descontaminação

Mas essa proibição é ignorada por cerca de mil cães, segundo estimativas da CFF.

Eles são os descendentes dos animais domésticos abandonados por seus tutores quando fugiram da região depois do desastre de Chernobyl.

Eles convivem com vários milhares de trabalhadores responsáveis pela manutenção da usina fechada desde 2000 e por obras na zona de exclusão.

“Uma das primeiras coisas que você percebe quando vai à central nuclear são os cachorros”, ressalta Hixson. “Os cães não podem ler as placas de aviso de radiação. Eles vão aonde querem.”

Neste ano, um conseguiu subir até o topo da chapa de aço que cobre os restos do reator acidentado, a 100 metros de altura… e três trabalhadores escalaram essa estrutura para salvar o bichinho aventureiro.

A CFF tem procurado famílias norte-americanas para 200 cães de até um ano de idade. E recebeu cerca de 300 respostas em um tempo muito curto. Os candidatos para a adoção de um cão devem preencher um formulário on-line e depois passar por uma série de entrevistas e uma inspeção residencial feita por representantes da CFF nos Estados Unidos.

Quanto aos cães adultos, para os quais uma mudança seria mais estressante, a CFF prevê esterilizar e cuidar de cerca de 600 nos próximos dois anos.

Atualmente, 15 filhotes estão internados no hospital de Chernobyl para exames médicos e verificação da taxa de radioatividade. Se tal taxa for muito elevada – o que nunca aconteceu no caso de um filhote –, um procedimento de descontaminação está previsto: os voluntários lavam o animal, o tratam com desinfectantes especiais e podem até raspar o pelo.

“Quando o tratamento termina, o animal fica tão limpo quanto qualquer outro”, assegura Hixson.

Radiação, inverno e lobos

Os filhotes serão transferidos para um abrigo em Slavoutitch, uma pequena cidade localizada a cerca de 50 quilômetros da usina, para serem tratados por quatro a seis semanas antes de voarem para os Estados Unidos.

“Este já é quase um cidadão americano”, brinca Natalia Melnychuk, uma treinadora de cães do abrigo, apontando para um pequeno cachorro branco e preto esperando seus documentos chegarem a Chicago.

No refúgio, os animais recebem massagens e tratamento de beleza. “Esses são provavelmente os cachorros mais mimados da Ucrânia”, sorri Hixson.

Os cães de rua que estão por todos os lugares em Chernobyl – dos postos de controle às casernas dos bombeiros – parecem acostumados à sua vida selvagem, mas o cotidiano está cheio de perigos, observa Nadia Apolonova, representante da CFF na Ucrânia.

Segundo ela, sua expectativa de vida não ultrapassa cinco anos. Além da radiação, cujo impacto ainda é difícil de avaliar, os cães sofrem com invernos rigorosos, doenças e lobos que vagam pela zona de exclusão, que se tornou uma enorme reserva biológica.

Esses predadores são responsáveis por um terço das mortes de cães de Chernobyl nos últimos cinco anos, diz Nadia.

Apesar da radioatividade na área, os cães de Chernobyl não têm nada das criaturas deformadas que alguns imaginam. Lucas Hixson sorri: “Eles são os cães mais saudáveis e espertos que já vi”.




Fonte: AFP 

Vídeo: AFP 

Xuxa narra iAnimal, projeto de realidade virtual que mostra a cruel realidade da indústria da carne


Xuxa Meneghel, a eterna Rainha dos Baixinhos, virou ícone nacional e marcou uma geração inteira com seus programas televisivos, músicas e estilo. Além de ser referência no Brasil, Xuxa ficou conhecida na América Latina inteira depois de lançar seu primeiro álbum em espanhol, em 1990. Durante sua carreira, foram mais de 37 milhões de espectadores em seus filmes, 30 milhões de discos vendidos e 28 anos de experiência como apresentadora.

Ao longo dessa trajetória, Xuxa sempre participou de campanhas e ações sociais em prol de crianças, idosos e pessoas menos favorecidas. Mas sua empatia nunca foi limitada a seres humanos, e sim estendida a todos os seres vivos. Amante de animais, ela parou de comer carne vermelha aos 13 anos, frango aos 24 e, aos 54, decidiu eliminar também os peixes da dieta.

Em 7 de janeiro de 2018, a apresentadora postou uma foto em seu Instagram pedindo que seus seguidores assistissem ao documentário Terráqueos (Earthlings, 2005), que mostra como funcionam as fazendas industriais e relata como o ser humano explora os animais para obter alimentação, vestuário e diversão, além do uso em experimentos científicos (clique aqui para assistir, na íntegra e legendado em português).

Dois dias após essa publicação, seu companheiro, Junno Andrade, anunciou que os dois se tornaram veganos. O comunicado veio através de uma publicação do ator no Instagram, com uma foto de dois pratos veganos e uma legenda emocionante sobre a transição de estilo de vida do casal: “Não haverá sangue, medo, dor nem remorso em nossas refeições, nos alimentaremos de amor e respeito aos animais” .

Depois de conhecer a verdade por trás da indústria da carne, Xuxa decidiu ser adepta do veganismo, um estilo de vida compassivo e livre de crueldade contra animais, influenciando, através de seu exemplo positivo, milhões de pessoas a repensarem seus hábitos alimentares. Com um alcance gigantesco tanto nas mídias sociais quanto na televisão, Xuxa ajudará a impactar positivamente milhões de pessoas ao redor do Brasil e para além dele, levando a mensagem de compaixão pelos animais a pessoas que talvez nunca tenham pensado na questão antes.

Por isso, a ONG Animal Equality convidou a apresentadora para narrar o iAnimal e ajudar a mostrar para as outras pessoas a triste realidade dos animais explorados para consumo. O iAnimal é um projeto de realidade virtual imersiva em 360 graus, com o qual o público consegue ver dentro de um abatedouro através da perspectiva de um animal que está prestes a ser abatido. Essas imagens são captadas pelos investigadores da ONG ao redor do mundo dentro de frigoríficos, abatedouros e fazendas, com o objetivo de revelar aquilo que a indústria de carne, leites e ovos tenta esconder.

Confira abaixo a versão narrada por Xuxa (clique sobre o vídeo e movimente para assistir em 360 graus).




Fonte: Medium 

Foto e vídeo: Animal Equality 

A ciência recomenda: adote um gato



Fonte: Incrível 

Documentário vegano de Natalie Portman faz sucesso nos EUA e tem chances de Oscar


Em cartaz no circuito comercial dos Estados Unidos há alguns dias, o documentário Eating Animals ("Comendo animais", 2017), que ganhou sessão especial em Sundance [festival de cinema] no começo do ano, já pode ser considerado um sucesso. Tecnicamente, a produção está longe de ser um blockbuster, já que é exibida em apenas dois cinemas do país, mas em ambos está vendendo mais ingressos do que o esperado e por conta disso deverá ganhar mais salas em breve.

O doc é baseado em um livro de mesmo nome lançado em 2009 pelo escritor Jonathan Safran Foer, e trata da questão dos direitos dos animais e o que isso significa em um mundo industrializado. Natalie Portman é fã da obra, que se tornou uma espécie de “bíblia” para muitos veganos, e decidiu adaptá-la para a telona com dinheiro do próprio bolso.

Além de produtora-executiva, a atriz é a narradora do filme, que estreou no último dia 15 [junho de 2018] nos EUA e está sendo considerado como “excelente” pela crítica especializada, e desde já forte candidato ao Oscar de 2019. “Não é uma simples defesa do veganismo, e deixa as pessoas querendo saber mais sobre o assunto e, sobretudo, mais sobre as carnes que comem”, escreveu Ben Kenigsberg, do The New York Times.

Veja o trailer, em inglês.




Fonte: Glamurama 

Foto: Divulgação

Vídeo: IFC Films


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

1. E outros documentários importantes sobre o veganismo estão sendo lançados de um ano para cá. Leia também:



2. E assista agora, on-line, na íntegra e gratuitamente, dois importantes docs:

Terráqueos (Earthlings, 2005)

Orangotango enfrenta escavadeira que desmatava floresta na Indonésia



Um orangotango foi filmado enfrentando com suas próprias mãos uma escavadeira, após a floresta onde vivia ter sido desmatada.

No vídeo, registrado na província de Kalimantan Ocidental, na Indonésia, o animal aparece tentando em vão lutar contra a máquina.

As imagens foram registradas por ativistas em 2013 e fazem parte do recém-lançado documentário da BBC Red Ape: Saving the Orangutan ("Macaco vermelho: salvando o orangotango", em tradução livre).

Na época, a ONG International Animal Rescue (IAR) realizou operações de resgate e remoção dos animais.

O orangotango que aparece no vídeo foi capturado e levado a uma área protegida da floresta.

Fonte e vídeo: BBC Brasil 

Boi se torna um símbolo de resistência


Imagine como seria nadar por quase 10 km num mar extremamente frio a fim de se salvar da morte. Foi exatamente o que fez um boi na madrugada de 14 de junho [2018], uma das mais frias do ano, depois de pular do navio Aldelta, que estava atracado no Porto de São Sebastião (litoral norte de SP), durante a operação para carregamento de cinco mil animais rumo a algum país do Oriente Médio.

A vontade de viver fez com que esse animal sobrevivesse até as sete horas da manhã em plena água gelada, quando foi avistado por uma pequena embarcação. Foi laçado e levado em segurança para a Praia das Cigarras, mas o que poderia ser uma esperança de liberdade logo se transformou num novo pesadelo.

A defesa civil foi acionada e a Cia. Docas, que administra o Porto, enviou um caminhão guincho, que içou o boi (já com todas as patas amarradas) como se fosse um saco de batatas. A Docas noticiou que o boi seria examinado pelos veterinários presentes no Porto e, se estivesse bem, seria novamente embarcado… para a morte.

Rodrigo Polacow, morador e ambientalista de São Sebastião, conseguiu fotografar o resgate e também filmar o içamento do animal. Ele conta que o boi aparentava estar exausto, mas não tinha ferimentos, inclusive, chegou a ficar em pé na areia, mas logo tombou de cansaço. Tanto sacrifício para, como diz o ditado, “morrer na praia”… ou quase isso.


Apenas sete dias atrás, em 8 de junho, outros dois bois se jogaram do navio Aldelta, que permanece atracado em São Sebastião, com mais cinco mil animais. A Docas informou na ocasião que os animais foram resgatados em “bom estado” e reembarcados.

Já foram registrados, em outras partes do mundo, diversos casos de animais em navios de carga viva se jogando ao mar numa tentativa alucinada de escapar da morte. Infelizmente, nenhum deles até hoje foi poupado, apesar da forte determinação de viver. O boi de São Sebastião é um desses símbolos de resistência e mostra o quanto o sofrimento desses animais pede urgência.


Vale ressaltar que, depois de todo o sofrimento que esses animais enfrentam num navio em alto-mar, vivendo durante 15 a 20 dias em meio a fezes, urina e vômito, com fraturas e sem poder sequer respirar direito ou deitar para descansar, ainda são abatidos no país de destino de forma brutal, ainda conscientes, com um corte no pescoço que os faz sangrar até a morte. Um triste começo, um doloroso meio e um trágico fim – é isso que está acontecendo com os bois brasileiros.

O juiz federal Djalma Moreira e o procurador regional da República Sérgio Monteiro já deram pareceres contrários a esse tipo de comércio e de forma muito bem fundamentada. O Projeto de Lei 31/2018, do deputado estadual Feliciano Filho (PRP), também visa acabar com a exportação de animais vivos pelos portos de São Paulo. Agora só falta o governador enxergar a situação e colocar um fim a essa crueldade. Manifeste sua opinião na página do governador






Fonte: Anda - Agência de Notícias de Direitos Animais

Fotos e vídeos: Rodrigo Polacow

Afiliada da Globo na Baixada Santista apresenta matéria sobre crescimento do número de vegetarianos no Brasil




O programa Viver Bem, da TV Tribuna (afiliada da Rede Globo na Baixada Santista / SP), apresentou, no último sábado (26/5/2018), uma reportagem sobre a pesquisa que revelou o crescimento do número de vegetarianos no Brasil (leia mais aqui).

Fonte: TV Tribuna 

Respeito com os animais

     Foto: YouTube / Reprodução


Por Paulo Furstenau* 


Você se lembra da Liv Lima, a youtuber de seis anos que disse que não come carne porque gosta dos animais vivos? (Veja aqui.) Pois agora ela tem um novo vídeo dizendo o que pensa sobre ser vegetariana. 

Sempre com humor e inteligência, a menina já começa derrubando um dos argumentos mais batidos e vazios que marmanjos usam para justificar a insistência em um costume cada vez mais comprovadamente maléfico não somente para os animais, mas também para o próprio ser humano e para o planeta.

E o vídeo segue no formato de respostas a questões que chegaram dos internautas até ela. Liv admite que ainda come queijo, mas diz que sabe que ele vem do leite da vaca e que vai "aprendendo a não comer nada de animal", pois é o que a deixa feliz. 

O contrário vale para algumas verduras, que ela está aprendendo "de pouquinho em pouquinho" a gostar. A pequena youtuber é uma lactovegetariana em transição para o veganismo (leia aqui as diferenças), que, aos seis anos de idade, já sabe que somos seres em evolução, que não devemos cultivar velhos hábitos se eles implicam em sofrimento e morte de outros, pois o planeta Terra é de todos nós

Veja a seguir o vídeo completo. E clique aqui (ou no marcador 'veganismo na infância', ao final desta postagem) para ler diversas matérias sobre como é perfeitamente possível e saudável uma criança ter uma dieta sem carnes e até mesmo sem nada de origem animal (leite, ovos ou mel). 


Vídeo original postado aqui 



Meu Nome É Liv nas redes sociais:





*Paulo Furstenau é jornalista voluntário da Associação Natureza em Forma

"Meus gatos são uma inspiração diária e sempre me fazem rir", diz o criador de Simon’s Cat

A marca Simon's Cat chegou ao Brasil no início de maio (Imagem: Divulgação)


Ele não tem nome oficial, mas adora brincar, destruir a casa de seu tutor e fazer as mais divertidas peripécias para conseguir a atenção dele. Criado pelo britânico Simon Tofield, o personagem Simon’s Cat é um gato aparentemente comum - e, por isso mesmo, acaba entrando em situações para lá de hilárias. 

As aventuras do gatinho agora podem ser conferidas em português, já que o personagem desembarcou no Brasil no início de maio. Ele inclusive tem página oficial no Instagram: o perfil @simonscatbrasil já tem mais de quatro mil seguidores. 


O sucesso da marca fora da Inglaterra não é novidade para Simon Tofield - Simon’s Cat está presente em mais de 30 países. Só o canal no YouTube tem 4,7 milhões de seguidores, e seus vídeos juntos somam mais de 951 milhões de visualizações. Há ainda nove comic books publicados e outros produtos licenciados, como canecas, almofadas e até jogo para celular - Simon’s Cat - Crunch Time já teve mais de cinco milhões de downloads. 

A história de como o personagem surgiu é tão inusitada quanto suas aventuras. Em 2008, Tofield estava aprendendo a mexer em um software de animação quando decidiu elaborar um pequeno filme, com pouco mais de um minuto, feito como exercício durante o aprendizado. Uma empresa norte-americana viu a produção e pediu para publicar em seu site. Em pouco tempo, o desenho conseguiu 35 mil visualizações e acabou indo parar no YouTube sem o conhecimento do autor. 


Cat Man Do se tornou, assim, a primeira peça viral do que viria a ser a marca Simon's Cat. “Eu ainda não acredito que, quase 10 anos depois, as pessoas ainda queiram saber das palhaçadas dos meus gatos”, falou Tofield ao E+, caderno de cultura do jornal Estadão. 

Confira a entrevista completa.


Você sempre gostou de gatos?

Eu desenvolvi esse amor quando tinha nove anos. Minha irmã estava cuidando de um cavalo e eu encontrei, no fundo dos estábulos, uma ninhada de gatinhos de rua. Implorei para minha mãe por semanas para deixar que eu levasse um para casa. Ela acabou cedendo, e foi assim que Shelly veio para nós. Ela era bastante tímida no começo, já que não estava acostumada a ser manuseada. 

Você ainda tem gatos hoje? Pode nos contar um pouco sobre a personalidade de cada um? 

Nós temos atualmente quatro gatos na família felina Tofield. Temos a Maisy, uma gata malhada que é chefe da gangue e mantém todo mundo na linha. Depois temos o Teddy, de pelagem preta e fofa, que é muito afetuoso e adora carinho. Nossa última adição foi Poppy, uma mamãe gata pequena de pelo preto e brilhoso, que veio acompanhada de uma de suas filhas, Lilly, uma criaturinha malhada muito brincalhona. 

Já foi dito que a sua inspiração para criar as aventuras de Simon’s Cat foi um gato chamado Hugh. Isso é verdade? Ele foi a razão pela qual você começou a fazer as animações?

Hugh realmente foi a inspiração para Simon’s Cat e, infelizmente, ele faleceu há dois anos. Dez anos atrás, eu estava lutando para aprender sozinho a usar um software de animação quando decidi criar um filme pequeno para me ajudar a dominar a técnica. Enquanto eu estava tentando pensar em alguma coisa divertida para a história, minha mente continuava voltando para a manhã em que Hugh me acordou e ficou pulando em mim até que eu levantasse e fosse alimentá-lo. Achei que seria um filme bem engraçado para um projeto pequeno, mas nunca imaginei que seria um ‘hit’ e fosse fazer tanto sucesso com audiências do mundo todo! O primeiro filme, Cat Man Do, é basicamente um esfomeado Hugh e suas palhaçadas matinais. 


Simon's Cat é um personagem criado pelo britânico Simon Tofield. Ele se inspirou em seu gato, Hugh, para criar o primeiro vídeo da série (Foto: Divulgação)


Você teve outros animais? 

Sim, adoro animais. Então, ao longo dos anos, tive vários outros bichos, e alguns até fizeram parte dos meus desenhos. Um dos meus favoritos é Sweet Pea, um pequeno coelho anão holandês que influenciou a criação do personagem Dutch, que aparece em algumas produções do Simon’s Cat. Eu também gostava muito de tartarugas* quando era criança e, novamente, isso me influenciou ao criar os amigos do universo do Simon’s Cat nos livros. Quando eu era bem pequeno, tivemos um poodle preto chamado Marty. Ele era ótimo e cheio de energia. 

Todas as histórias são baseadas em experiências reais com seus gatos? 

Sim. Eles me oferecem um material muito vasto, já que estão sempre aprontando algo engraçado que me faz rir. Embora grande parte dos meus filmes seja feita a partir da minha imaginação, eu sempre tento colocar muito do que observo no comportamento felino. Adoro criar situações que temos certeza que um gato faria se ele pudesse, como usar um taco de beisebol para acordar os tutores! Acredito que essa mistura de imaginação com situações da vida real faz com que as pessoas reconheçam seus mascotes nos desenhos, criando uma conexão com Simon’s Cat e seu tutor. 

Tutores de gatos conseguem identificar facilmente a personalidade de seus animais e se divertem com isso no dia a dia. Você acredita que essa seja a razão pela qual tantas pessoas se interessam por seus vídeos e livros?

A internet pode testemunhar que as pessoas acham os gatos muito engraçados, e Simon’s Cat atingiu esse público em cheio. Acredito que um pouco do sucesso é porque as histórias são possíveis, já que foram baseadas na observação do comportamento felino. E também porque muitas pessoas gostam da comédia pastelão, com o gato atrevido e seu tutor sofredor! 

Você esperava que as aventuras do Simon’s Cat se tornariam um sucesso mundial? Como você se sente sobre isso?

Eu não tinha ideia quando criei meu primeiro filme, há 10 anos, de que ele seria tão popular. Ainda não acredito que, 10 anos depois, as pessoas ainda queiram saber das palhaçadas dos meus gatos. O que aprendi é que, não importa o país de origem, os tutores de gatos sempre conseguem se relacionar com as histórias e compartilhar conosco as próprias experiências. 

Simon’s Cat tem irmãos?

O personagem que é um gato filhote e aparece em alguns dos nossos filmes tem uma relação de irmão com Simon’s Cat. Mas a história é livremente baseada na minha relação com meu irmão enquanto estávamos crescendo. Por exemplo, o gatinho está sempre importunando o Simon’s Cat, mas, no fim do dia, ele ajuda o pequeno a sair de situações bem complicadas, como um irmão mais velho faria. 

Geralmente, quanto tempo leva para um capítulo ficar pronto?

Um único filme pode levar de seis a 10 semanas, dependendo da história e dos personagens envolvidos. Ao longo dos anos, o time que produz as histórias cresceu, então hoje somos 10 pessoas trabalhando na marca. Nós criamos mais de um grande filme preto e branco por mês e várias outras pílulas de conteúdo. 

O que podemos esperar do Simon’s Cat para os próximos anos? 

É realmente um período muito animado para nós. Chegamos ao Brasil e a recepção foi ótima. Estamos também desenvolvendo algumas séries com duração maior para continuar a expandir o universo do Simon’s Cat, com mais histórias divertidas e novos personagens. Eu ainda tenho muitas ideias para ele. Que venham os próximos 10 anos!

"Que venham os próximos 10 anos!", conclui Simon Tofield (Imagem: Divulgação)


Fonte: Estadão 


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

1. Veja também: Sobre gatos e caixas 

*2. Sobre tartarugas, fazemos um adendo e lembramos: Animal silvestre não é pet!