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15 motivos para adotar um cachorro adulto ou idoso


Um cachorro adulto ou idoso nunca é a primeira opção de adoção de uma família. A maioria das pessoas quer levar para casa os filhotes e bebês.

Claro que essa opção é válida, pelo fato de a família poder criar o cão desde cedo, mas, muitas vezes, o cachorro adulto ou idoso passa anos em ONGs, abrigos ou até mesmo na rua, esperando um lar onde receba a única coisa importante: amor.

Muitas pessoas não sabem, mas adotar um cão adulto ou idoso possui diversos benefícios. A começar pelo fato de que eles não demandam tanto trabalho e atenção. Os cachorros mais velhos já têm uma personalidade certa e são ótimas companhias para crianças e pessoas de idade.

Além disso, ao adotar um cão adulto ou idoso, você saberá ao certo o tamanho dele e não correrá o risco de se surpreender no futuro. E o mais importante: Já imaginou que maravilhoso poder dar uma família e um lar para um cachorro no final de sua vida?

Selecionamos 15 motivos que podem convencer qualquer pessoa a adotar um cachorro adulto ou idoso:

1. Cachorros adultos têm menos chance de ganhar um lar: a grande maioria das pessoas está em busca de cães filhotes. Os adultos e idosos acabam ficando de lado, por isso seja diferente e dê uma família para os mais velhos.

2. Eles já passaram pela fase de comer tudo pela casa: cães filhotes costumam dar bastante trabalho quando são bebês. Eles têm muita energia para gastar e acabam comendo tudo o que veem pela frente. Com os cães mais velhos, você não terá esse problema.

3. Cães adultos têm muito amor para dar: os cachorros mais velhos que nunca tiveram um lar estão sempre prontos para dar e receber amor. 

4. Imagine que maravilhoso dar uma família para um cachorro no final de sua vida?

5. Sem surpresas: ao adotar um cão adulto ou idoso, você já saberá ao certo o tamanho dele e não correrá o risco de adotar um cachorro menor que cresça muito.

6. Cães adultos já são emocionalmente maduros: só após os três anos que o cão passa da fase da adolescência e se torna maduro.

7. Cães adultos são ótimos para tutores de primeira viagem: se esse é o seu primeiro cão ou se você não pode dedicar o tempo necessário ao treino, socialização e exercício que um filhote precisa, um cão adulto pode ser uma opção melhor para você.

8. Os adultos e idosos também são ótimas companhias para as crianças: eles não darão trabalho como os filhotes, não irão morder, pular e chorar e podem ser uma ótima companhia para bebês e crianças.

9. Os cães mais velhos já têm a personalidade formada: adotá-los significa saber o que está levando para casa, sem sustos no futuro.

10. Mesmo adulto, você poderá treiná-lo como quiser.

11. Cães mais velhos, especialmente aqueles que foram amados, tentarão agradar seus tutores sendo obedientes e demonstrando suas boas maneiras.

12. Um cachorro mais velho já aprendeu muitas lições de vida, e é mais rápido para entender aquilo que você deseja que ele faça.

13. Um cachorro mais velho é menos exigente que um filhote destreinado e altamente energético.

14. Embora os cães mais velhos ainda apreciem uma boa caminhada diariamente, eles também se contentam em ficar quietos tirando uma soneca ou descansar aos seus pés, por isso se adaptam a muitos tipos de lares e estilos de vida com facilidade.

15. Ótima companhia para pessoas idosas: os cães mais velhos não deixarão o tutor cansado.

Fonte: Jetss 

Foto: Reprodução


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Conheça aqui o Zen, nosso adorável idoso (cerca de nove anos agora - outubro de 2018) que já aguarda um lar amoroso há dois anos.

Mujica admite ter renunciado ao Senado por sentir falta de Manuela


Ex-presidente do Uruguai, José "Pepe" Mujica, 83 anos, confessou o real motivo de ter renunciado, na última terça-feira (14/8/2018), ao cargo de senador: a morte de sua cachorrinha Manuela. As informações são do jornal Clarín. 

"Há o tempo de chegar e partir, o tempo não perdoa nem as pedras. Vou confessar para você, sabe quando tomei minha decisão? Quando Manuela morreu. Ainda sinto sua falta", disse Mujica em uma entrevista para a TV Telemundo.

Em sua carta de renúncia, o ex-presidente afirmou que estava saindo do cargo por motivos pessoais e "cansaço de longa jornada".

A morte da cachorrinha Manuela

Manuela faleceu em 7 de junho deste ano. Ela tinha 22 anos e era a fiel companheira de Mujica, sendo famosa por aparecer ao lado do político em entrevistas.

A cachorrinha tinha uma característica especial: possuía apenas três patas, consequência de um atropelamento por um trator.

O ex-presidente há havia afirmado em uma entrevista para a rede de notícias BBC que Manuela era o "membro mais fiel" de seu governo.

Fonte: R7 

Foto: Reprodução

Cartilha ensina a formar humano-guia para cão cego


Animais cegos precisam de cuidados especiais para que não se machuquem, sem deixar de lado as brincadeiras e interação com outros animais. Mas muitos tutores têm dúvidas de como agir nessa hora. Uma cartilha lançada pela Pedigree faz o caminho inverso ao das escolas de cães-guias e cria uma plataforma para capacitar humanos a cuidar de animais com deficiência visual.

São cinco videoaulas e 12 lições que ensinam, de forma didática, a passear na rua com segurança, desenvolver a memória do cão, brincar de um jeito diferente e criar uma rotina de alimentação e hidratação.

Em formato de e-book, o material tem criação da AlmapBBDO, é gratuito e pode ser consultado no site ou baixado para impressão em casa. As dicas valem para todos os cães. O endereço da plataforma educacional é humanguides.com [apesar do que o nome possa sugerir, o material é todo em português].

Veja abaixo o vídeo de apresentação do projeto.




Fonte: Notícias ao Minuto 

Foto: Reprodução


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Reforçamos que os principais sentidos do cachorro são o olfato e a audição. Cegueira não é uma sentença de invalidez para o animal. As dicas dessa campanha são importantes para orientar o cachorro nessa nova fase da vida, tornando-a o mais natural possível.

E tutores de cachorros e quaisquer outros animais devem sempre buscar informações sobre como lidar da melhor maneira com seus bichos quando eles se tornam cegos, surdos ou apresentem qualquer outra deficiência ou limitação. 

Menino emociona funcionários ao adotar o cachorro mais velho do abrigo

Shey no colo de um funcionário do abrigo (Foto: Animal Rescue League of Iowa)


Em novembro de 2017, o poodle Shey, de 14 anos de idade, foi abandonado no abrigo Animal Rescue League of Iowa, nos Estados Unidos. O cachorro morou no endereço por quatro meses e era o cão mais velho do local, com muitas doenças. Até que os funcionários do abrigo foram surpreendidos por um menino que, apesar dos problemas de Shey, decidiu adotá-lo.

Quando Tristan e sua mãe chegaram ao abrigo, estavam procurando um cachorrinho que adorasse carinho. Os funcionários sabiam que o pequeno Shey era a escolha certa para a família. "Shey é muito meigo e adora estar perto de pessoas o tempo todo", conta a coordenadora do abrigo, Jessica Jorgenson. O menino não se importou com as doenças dentárias do cãozinho, muito menos com o fato de que ele nunca tinha sido castrado e teria que passar por cirurgias. O poodle também era surdo, cego de um olho e quase desdentado. Nada disso parecia ter importância para Tristan. 

O menino se sentou e esperou para conhecer seu novo animal de estimação. Quando os funcionários colocaram Shey no colo de Tristan, o rostinho da criança de iluminou. "Ele ficou muito confortável com o Tristan desde o começo", relembra Jessica sobre o dia da adoção. E nenhuma necessidade especial do cachorro assustou o garoto: "Ele entendeu que o Shey não podia ouvir o que estava acontecendo e também não conseguia ver tudo claramente. Foi um processo muito lento e cuidadoso. Ele respeitou muito o que o Shey podia ou não fazer".

Aos funcionários, Tristan revelou que escolheu um lugar especial para o amigo em seu quarto. Agora, confortavelmente morando com sua nova família, Shey claramente já encontrou um lugar favorito: nos braços do novo tutor. "Shey está muito contente. Ficar abraçadinho é a coisa que ele mais gosta de fazer, e ele está muito confortável nos braços do Tristan", conta Jessica.

Shey em seu novo lar, com Tristan (Foto: Heather Reese)


Fonte: Veja SP (Via The Dodo)

Abandonada em lixão, cachorra idosa e paraplégica ganha final feliz

Mel aguarda a nova tutora (Foto: Arquivo pessoal)


Mais um caso de abandono vem movimentando as redes sociais. A boxer Mel, de 15 anos, foi deixada em um lixão na cidade de Fortaleza para morrer. Além de idosa, a cachorra é paraplégica e necessita de cuidados especiais. Mas o final feliz começou quando voluntários encontraram uma família em São Paulo interessada na adoção. 

Mel havia sido resgatada, doada e abandonada novamente. A advogada Renata Bueno ficou sabendo da história e resolveu acolher o animal. “Vi o desespero da Alessandra Walckiers, a moça que a divulgou implorando uma solução. Como já tenho quatro idosos em casa, não aguentei saber que ela não tinha um lar e foi colocada na rua. Fiquei muito penalizada e quis mostrar que é amada e vai ser cuidada até o fim”, explica.

A tarefa não seria fácil: mais de 6.000 km separavam adotada e adotante. A velhinha também não aguentaria o transporte de avião. Foi aí que outros dois voluntários, Renato Zuzarte e Priscila Bonfante, também de São Paulo, se ofereceram para buscá-la no nordeste. “Eu me disponibilizei e as meninas começaram a fazer o rateio para custear. Também consegui um carro emprestado”, conta o empresário. A viagem deve chegar ao fim na próxima quinta-feira (12/4/2018), após sete dias de estrada.

A nova tutora diz que está ansiosa para receber a cachorra. “A rotina é que vai mostrar os cuidados necessários. Como ela é cadeirante, vou providenciar um saco de arrasto para que não tenha atrito ao se locomover”, diz. “Muitos podem achar loucura, mas se a Mel durar somente um mês ou até mesmo apenas a viagem, já vai valer a pena. Ela vai conhecer o amor verdadeiro”, completa Zuzarte.

Voluntários se ofereceram para buscá-la de carro (Foto: Arquivo pessoal)


Fonte: R7 

Pretos, velhinhos e doentes: os cães rejeitados na fila da adoção

Plutão tem mais de 14 anos e há cinco espera 
por um lar no CCZ de São Paulo



Os filhotes abandonados que chegam ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo nem chegam a esquentar a coleira: são todos adotados quase que imediatamente.

Enquanto famílias vêm e vão levando seus novos bichinhos - filhotes claros, alegres e peludos -, Plutão descansa o focinho grisalho nas patas, alheio ao movimento do outro lado da porta de vidro de seu canil. 

Com 14 anos, glaucoma em seu único olho e começando a ficar surdo, Plutão reúne a maioria das características que dificultam as chances de um cão sem tutor conseguir um lar: é preto, velhinho, doente e tem uma deficiência. 

Manso e sociável, ele gosta de adultos e crianças e se dá bem com outros cães, mas está no CCZ há cinco anos sem conseguir agradar alguém o suficiente para ser levado para casa. 

A vida de Plutão demonstra como funciona a fila da adoção: as pessoas têm necessidades e expectativas em relação aos bichos de estimação. Os que saem primeiro são aqueles que se encaixam melhor nesse ideal de "pet" - em geral, quanto menor, mais jovem, mais claro e mais peludinho, maior a chance de arrumar um lar. 

"As pessoas vêm procurando filhotes", diz o veterinário Rafael Birkeland Carvalho, um dos responsáveis pelo cuidado com os cães do CCZ. 

A maioria dos bichos no espaço e em ONGs que cuidam de cães, no entanto, não é jovem nem clarinha. 

No abrigo da prefeitura, os que ficam anos esperando por um lar - e muitas vezes acabam morrendo ali - são de porte grande ou velhinhos e doentes. 

Muitos têm deficiência. Outra parte também apresenta problemas de comportamento: são agressivos ou desconfiados por terem sofrido traumas no passado. 

Mas às vezes quem chega querendo um filhote acaba se apaixonando por um adulto. "A melhor adoção que fiz foi de um pai que tinha um filho com deficiência e queria um filhote para lhe fazer companhia. Quando mostrei um adulto que tinha passado por uma operação e precisou retirar o pênis, ele quase chorou. Levou na hora", diz Carvalho. 

O veterinário conta que nos últimos tempos tem aparecido algumas pessoas interessadas em adotar os cães com deficiência. "Às vezes, chega gente com essa intenção de ajudar e leva os que têm deficiência. Mas os velhinhos continuam ficando para trás." 

"As pessoas se esquecem das vantagens de adotar um cão adulto", diz Monica Di Ciomo, da ONG Adote um Focinho. Eles não choram durante a noite e se adaptam mais rapidamente aos costumes e regras da casa.

Os velhinhos, por sua vez, costumam latir menos. "Quando os cães idosos dão sorte de conseguir um lar, em geral são levados por pessoas mais velhas, que têm menos facilidade de brincar e levar para passear um cão jovem e cheio de energia", explica o veterinário do CCZ. 

Confira, a seguir, um "ranking da adoção" - a ordem em que os cães costumam ser adotados, segundo os entrevistados: 

1. Filhotes 

São os primeiros a encontrar um lar. "Os brancos e de olhos claros saem antes, depois os marrons e mesclados e, por último, os pretinhos", diz Monica. 

A Adote um Focinho acabou de resgatar uma ninhada de quatro bem pequenos, todos escuros. "Se tiver um branquinho numa ninhada como essa, ele sempre sai primeiro", conta. 

2. Jovens de porte pequeno e os de raça

"As pessoas querem bichos que se adaptem a apartamentos, então os mansos de porte pequeno são os preferidos depois dos filhotes", explica o veterinário do CCZ. 

Os cães de raça da "moda" - como golden retriever, labrador, shih tzu, e lulu-da-pomerânia - também são muito procurados. 

"As pessoas compram, não dão conta de cuidar ou se mudam e abandonam. Quando a gente resgata, mesmo os maiores ficam pouco tempo", diz Monica. 

3. Jovens de porte médio e pelo claro 

O vira-lata Batata foi adotado filhotinho e depois devolvido. "A família disse que não sabia que filhote dava tanto trabalho", diz Monica. 

Mas por ser considerado bonito e não muito grande, a voluntária diz que logo ele deve achar um novo lar. 

4. Jovens de porte médio e pelo escuro

A ordem é a mesma que a dos filhotes: os brancos e beges são adotados primeiro, os mesclados depois e os pretos por último. 

5. Jovens e adultos de porte grande

Os cachorros de porte grande são maioria no CCZ. "Nós lidamos com controle de zoonoses. Então quando um cachorro vem para cá (por esse motivo) é porque estava sendo agressivo ou era uma ameaça - estava doente e podia ser contagioso, por exemplo. Claro que, uma vez aqui, nós damos todo o cuidado", diz o veterinário. 

Desde 2008, uma lei proíbe que o abrigo sacrifique animais que não tenham doenças terminais. A exceção são os agressivos a ponto de serem impossíveis de lidar. "É raro. Nos cinco anos em que estou aqui, só três foram sacrificados por esse motivo", conta. 

"Fazemos todo o trabalho de adaptação. A maioria estava em uma situação de estresse e se mostra boazinha em condições normais", acrescenta Carvalho. Serena é um exemplo. Grande e com uma ninhada recém-nascida, ela estava sendo agressiva com pessoas na rua, por isso foi levada ao CCZ. Seus filhotes foram todos adotados, mas ela ficou. Depois de castrada, se mostrou dócil e mansa, mas espera um lar há cinco anos. 

6. Com deficiência

Mesmo que muitas vezes não precisem de nenhum cuidado especial, cachorros com deficiência "intimidam" possíveis adotantes, segundo os cuidadores. 

Com três patas, Ana foi uma das que deram sorte. Foi adotada em julho pela médica Giuliana Sigolo Neves, que já tinha um cachorro sem uma das patas. Mas antes disso ficou cinco anos no abrigo da ONG Adote um Focinho. 

"Ela nem sabe que tem deficiência: pula, brinca e apronta normalmente", diz a nova tutora. 

7. Velhinhos

Cães idosos dão pouco trabalho - latem menos e não precisam gastar tanta energia. Mas a perspectiva de ficar com eles pouco tempo, lidar com a morte e problemas de saúde afasta algumas pessoas. 

"Penso que a vida dele nesses últimos anos foi melhor que nos anteriores", relata a bancária Thalise Carneiro. Ela adotou um labrador de 12 anos que morreu depois de três anos com ela. 

8. Com problemas crônicos de saúde

Animais com problemas de saúde precisam de um tutor que esteja disposto a dar cuidados especiais. Em alguns casos, é só uma ração diferente. Em outros, eles precisam de idas frequentes ao veterinário, remédios e, possivelmente, cirurgias. 

9. Bravos e de raças consideradas agressivas 

Muitos pit bulls são abandonados e, por causarem medo, acabam indo parar no CCZ. Boa parte deles é mansa e muito dócil, mas mesmo assim acaba ficando para trás, segundo os cuidadores. 

Já os mais bravos só acham um tutor quando - muito raramente - aparece alguém procurando por um cachorro para guarda*. 

10. Com muita dificuldade de mobilidade 

"Temos uma que tem problema na coluna e mal consegue ficar em pé. A gente sabe que terá que cuidar dela até o fim da vida", diz Rafael Birkeland Carvalho. 

11. Com personalidade difícil 

Cachorros que passaram por traumas e têm o comportamento errático e imprevisível podem ser um desafio até para os tutores mais dedicados. 

Dependendo do caso, muitas vezes os abrigos nem colocam os bichos assim para a adoção.


Discovery tem três anos e está sendo treinado 
para aprender a ser menos ciumento



Bob tem cerca de cinco anos e já chegou cego 
ao abrigo da ONG Adote um Focinho; 
ele é calmo e alegre, mas espera por adoção há três anos



Paradão e bonzinho, o idoso Luke é um dos cães mais antigos 
que vivem no CCZ - está à espera de um lar desde 2008



Batata foi adotado filhote e devolvido



Amora é jovem, cheia de energia e aguarda por um tutor 
que goste de brincar e levá-la para passear



Grande e dócil, Serena aguarda adoção há cinco anos no CCZ



Com três patas, Ana ficou cinco anos no abrigo 
até ser adotada, em julho deste ano



Os pelos brancos entregam: Upi não é mais jovem


Sansão tem 12 anos e está no abrigo da Adote um Focinho há pelo menos cinco; um derrame que sofreu faz com que 
ele ande sempre com a cabeça caída para um lado



Mila teve uma doença que deixou sequelas; com parte da 
coluna paralisada, ela tem problemas para ficar em pé


Fonte: BBC Brasil

Fotos: CCZ-SP e Adote um Focinho / Divulgação


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:


*2. Lembramos que animais não são escravos. Se você quer tornar sua casa segura, compre um sistema de segurança eletrônica ou contrate um ser humano e lhe pague com dinheiro um salário justo. Em nosso Centro de Adoção, candidatos a adotantes que querem um cão de guarda são descartados. O animal - cachorro, gato, coelho, rato etc. - deve ser parte da família, participar da rotina, e não servir para uma função.

3. Veja abaixo os atuais "casos especiais" de nosso Centro de Adoção! Confira aqui nosso endereço e telefones para vir conhecê-los pessoalmente, se encantar e levar um amigo especial para casa!

Tigrão tem 12 anos, é amoroso e brincalhão



Esse pretinho lindo é o Ralf, que veio do CCZ 
e já espera uma família há cinco anos!


Zen foi adotado conosco ainda filhote e devolvido depois de sete anos. Hoje, está quase cego e já espera uma nova família (responsável e amorosa, dessa vez) há um ano (leia aqui seu relato)


Bionda tem 10 anos, é cega e tem brucelose, contraída durante toda uma vida de exploração em uma fábrica de filhotes. Leia aqui seu relato e saiba por que você nunca deve comprar um animal


Sim, a matéria é sobre cachorros, mas não podemos deixar de apresentar Eugênia, de um ano, que tem distúrbio no labirinto.
Em momentos de crise, ela fica com a cabeça viradinha e rodando


Fotos: Natureza em Forma / Divulgação

Gato surdo e idoso agradece aos seus salvadores todos os dias


Antes de ser resgatado, Nobbs morava em uma garagem no Texas, nos Estados Unidos, e sofria com a negligência e ausência de amor. Aos 12 anos, ele era um pouco indisciplinado, mas tudo o que queria era ter alguém para amar.

Quando Karyn Poplin, do Kitty Adventure Rescue League & Sanctuary, o encontrou, o gato imediatamente se apegou a ela e subiu em suas pernas para ser acariciado.

“Desde o momento em que o conheci, nos tornamos inseparáveis. Ele adora meu marido e eu, e literalmente nos diz isso a cada momento”, conta Karyn.

O casal resgatou inúmeros felinos com necessidades especiais, deficientes, idosos e de outra forma “inadotáveis”, mas nunca conheceu um gato amoroso como Nobbs. “Ele dorme debaixo dos cobertores, em nossos braços. É o idoso mais afetuoso que já encontrei”, observa Karyn. 


“Aqueles gatos que acolhemos e podem ser adotados geralmente encontram lares amorosos, mas aqueles que não encontram vivem suas vidas conosco confortavelmente.”

Depois de passar anos confinado e solitário, Nobbs anseia por afeto todos os dias. Ele fica muito feliz quando recebe um abraço e retribui o amor com intermináveis carinhos na cabeça. “Ele se dá bem com todos os outros gatos. É tão agradecido e carinhoso”, acrescenta a tutora.

Nobbs nunca deixa de colocar um sorriso em seus rostos. Ele os conforta durante momentos difíceis e lhes dá esperança quando estão tristes. “Ele fica um pouco ciumento quando alguém recebe atenção, mas tudo bem, isso é normal por aqui.”

Todos os dias, quando seus tutores chegam do trabalho, Nobbs corre para eles em busca de carinho. “Ele é um pouco indisciplinado e totalmente surdo, mas é a melhor coisa do planeta”, conclui Karyn.




Fotos: Kitty Adventure Rescue League & Sanctuary / Divulgação


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Em nosso Centro de Adoção (clique aqui para conferir nosso endereço e telefones), também estamos com uma gata especial. A Eugênia ainda é novinha (um ano), mas tem distúrbio no labirinto. Em momentos de crise, ela fica com a cabeça viradinha e rodando. É incurável, mas pode estabilizar - principalmente se ela ganhar uma família que lhe dê muito amor! Olha só um vídeo dela. 

Mulher que pediu pelo “cachorro mais velho e mais difícil de ser adotado” está restaurando nossa fé na humanidade


Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, e essa imagem definitivamente diz tudo! O doce Jake estava no Front Street Animal Shelter, nos EUA, havia muito tempo. Ele estava velho, com câncer e uma infecção na pele, ninguém o queria. Mas Melani foi ao abrigo e pediu pelo cão mais velho e mais difícil de ser adotado. Era a vez de Jake brilhar! Naquele momento, tudo mudou para essa doce alma, e Jake agora tem seu lar definitivo.

Para muitos cachorros como Jake, o resultado não é tão feliz. Cães idosos são considerados os mais difíceis de serem adotados, e os mais prováveis de serem “eutanasiados” para abrir vagas para outros animais necessitados. Muitos cães idosos são abandonados em abrigos por causa dos gastos devido a problemas de saúde que o cão possa desenvolver. Essa é também a razão pela qual eles são ignorados em abrigos com tanta frequência. Felizmente, programas como o The Mr. Mo Project estão ajudando a realocar cães idosos em lares amorosos definitivos, onde eles possam viver seus últimos anos.

O que muitas pessoas não percebem sobre cães idosos é que eles na realidade vêm com muitos benefícios também! A maioria já viveu em um lar, e eles sabem como interagir com pessoas e são treinados para viver em casa. Eles também podem apreciar brincadeiras tanto quanto um filhote e são muito carinhosos!

Se você, assim como Melani, está procurando por um grande cão, uma companhia leal e quer salvar uma vida, adote um amigo peludo grisalho!


Foto: Front Street Animal Shelter


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

1. Quem adota um animal deveria saber, antes de mais nada, que o bicho poderá ficar doente e CERTAMENTE ficará velho, e isso envolve, sim, maiores cuidados e custos. E, principalmente, amor. Se você acha que animais são produtos, descartáveis quando ficam velhos, como uma geladeira, NÃO adote! Compre um bicho de pelúcia, que nunca envelhecerá nem trará custos. Por isso, somos rigorosos em nossas entrevistas de adoção. Quando percebemos algo que demonstre falta de consciência em relação à vida de um animal, reprovamos o candidato a tutor. 

2. Nossos atuais velhinhos no Centro de Adoção são o Tigrão (12 anos), Bionda (10) e Zen (8). Tigrão é o bonitão brincalhão do vídeo abaixo. Bionda e Zen já contaram suas histórias aqui no blogue - clique em seus nomes para ler e ver suas fotos. E confira aqui nosso endereço e telefones, para conhecê-los pessoalmente.


Cães em idade avançada ou com deficiência são esquecidos em feiras de adoção


Bob é um poodle que foi invisível em boa parte de sua vida. Durante anos, tentava ganhar um lar em feiras de adoção de animais, mas ninguém percebia sua existência. Ninguém levava o bicho para casa porque ele não tem um dos olhos.

Toda vez que a Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida), da Prefeitura Municipal de Santos (SP), faz feira de adoção de cães idosos ou com alguma deficiência, acontece algo parecido: quase todos voltam para a baia sem um tutor e um lar. Os cachorros mais velhos são sempre colocados de lado.

Para a coordenadora da Codevida, Leila Abreu, é preciso discutir o que é preponderante na hora de escolher um cachorro para adotar. “As pessoas precisam entender que a gente não é eterno. A gente tem que se preocupar com a vida deles. A preocupação deveria ser: eles têm de ir embora antes de mim, porque não sei o que vai ser deles se eu for primeiro”, diz.

Segundo Leila, nem mesmo os cidadãos idosos curtem muito a ideia de levar um cão mais velho para casa. “Quando eles chegam nas feiras, se decepcionam, porque vieram procurar filhotes”, argumenta.

Ela explica que o comportamento do brasileiro na hora de adotar um cachorro é estimulado por uma série de mitos e preconceitos, incluindo sobre a pelagem preta. 

De maneira geral, as pessoas costumam preferir fêmeas porque ainda acham que macho levanta a perna pra fazer xixi em qualquer lugar. “Os machos castrados já não têm mais isso, poucos mantêm esse comportamento”, afirma Leila.

Outro erro citado por ela é a pessoa adotar com base no tamanho do bicho. “Na Europa e Estados Unidos, as adoções acontecem por temperamento. Às vezes, você adota um pastor alemão dócil, que mora em um quitinete e sai três vezes por dia, sendo equilibrado. Por outro lado, pode adotar um pinscher e ter um problema para o resto da vida.”

Terceira idade

A vida de Bob mudou quando a dona de casa Mônica Macedo começou a fazer trabalho voluntário na Codevida. “Ele ficou na minha cabeça. Ele tem um olho só e as pessoas não tinham interesse por ele”, conta.

Primeiro, Mônica pegou ele como madrinha de fim de semana. Foi amor à primeira vista. “Quando o cachorro é adulto, você já sabe se ele é dócil. O problema é o temperamento. Às vezes, você pega um filhote e não sabe como ele vai ser.”

Os veterinários da Codevida estimam que Bob tenha entre seis e sete anos. “Com certeza, vou sofrer quando ele for embora, mas o tempo que viver com ele vai ser precioso”, admite Mônica, que adotou o cão em abril deste ano.

Fonte: A Tribuna

Foto: Fernanda Luz / A Tribuna


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Em nosso Centro de Adoção (clique aqui para conferir nosso endereço e telefones), temos atualmente (15 de agosto de 2017) o velhinho Tigrão, que tem cerca de 12 anos, de porte grande. Outros coroas são a Bionda, uma ceguinha de 10 anos, porte pequeno, e o Zen, de oito, porte grande e quase cego. Esses dois, inclusive, já contaram suas histórias aqui no blogue. Clique nos links para conhecê-los melhor - e se apaixonar!

Já a gatinha Eugênia, de um ano, tem distúrbio no labirinto. Em momentos de crise, ela fica com a cabeça viradinha e rodando. É incurável, mas pode estabilizar - principalmente se ela ganhar uma família que lhe dê muito amor!

Tigrão é um adorável senhor de 12 anos (Foto: Natureza em Forma / Divulgação)


Eugênia, de um aninho, tem distúrbio no labirinto (Foto: Natureza em Forma / Divulgação)

Cães e gatos idosos precisam de cuidados especiais para ter velhice de qualidade


O segredo para garantir uma vida longa para seu amigo peludo, segundo o veterinário Rafael Justa de Oliveira, começa quando ele ainda é filhote. O primeiro passo, informa, é não separá-lo da mãe antes dos 30 dias de vida, pois “toda a imunidade vem do leite materno”. E também “vacinar e vermifugar nas épocas corretas”, respeitando os intervalos entre as doses. 

Ele lembra que as doenças na terceira idade variam de acordo com raça, tamanho e cuidado que o tutor teve durante toda a vida. Problemas oculares (como catarata), ósseos e articulares são mais comuns. “É preciso levar isso em consideração antes de adotar um animal. Cães idosos, assim como os humanos, necessitam de atenção e cuidado maior”, finaliza Oliveira.

Dedicação e amor

Cissa tem 14 anos e cinco meses. Por conta da idade, é cardíaca e diabética, está cega, fez cirurgia para retirada de nódulos (câncer), sofre de artrose e alergia atópica, entre outros problemas de saúde. A cachorra tem a pressão arterial aferida a cada 10 dias, vai ao veterinário mensalmente e é submetida a uma bateria de exames a cada três meses. Anualmente, passa por avaliação cardiológica.

“Apesar de todos os problemas de saúde, ela está bem e com boa qualidade de vida, sem dores. Faz todas as refeições, caminha sozinha e faz as necessidades básicas. Toda a dedicação e cuidados são recompensados quando a vemos ter uma vida tranquila e feliz”, diz a química Kátia Maria Farias da Costa. “Ela deu e continua nos dando muito amor. Cuidar dela é o mínimo que podemos fazer”, completa.

A cadelinha também toma cinco medicamentos diariamente, uma vitamina e recebe aplicação de colírios nos olhos de duas em duas horas. Cissa come apenas ração para cachorros diabéticos - sempre no mesmo horário, por causa da insulina - e faz acupuntura uma vez por semana. Ela também toma banho com xampu medicamentoso semanalmente. Mesmo com todo esse trabalho, a tutora nunca pensou em abandonar a idosa de quatro patas.

“Eles são indefesos é só querem dar amor sem receber nada em troca”, ressalta a química, ao incentivar outras famílias a fazer o mesmo. “Não abandone seu animal de estimação, seja por doença, seja por velhice. É exatamente nesses momentos que ele mais precisa de você. O amor e a dedicação que você der serão sentimentos que te fazem uma pessoa melhor, mais humana”, finaliza.

Cuidados na terceira idade

Com a imunidade baixa, os animais idosos ficam suscetíveis às doenças e os órgãos vão se debilitando. É preciso atenção especial aos rins, coração e pulmão. Deve-se fazer check-up de seis em seis meses, sem esquecer as vacinas anuais.

Alguns podem apresentar disfunções cognitivas e ter dificuldades de fazer as necessidades no lugar certo, e não devem ser punidos por isso.

Artrites/artroses tornam atos simples, como estar deitado e levantar, motivos de grande dor. Além dos remédios prescritos pelo veterinário - o ideal é medicar antes de chegar à terceira idade -, facilite a locomoção pela casa, com rampas, por exemplo.

A obesidade é um fator comum, porque o metabolismo desacelera. A quantidade de comida deve ser reajustada e adaptada com indicação veterinária, com mais fibras e vitaminas.

Cegueira pode ocorrer por algum fator externo, como a catarata, com solução se diagnosticada cedo. Já a surdez, mesmo que leve, é inevitável. Os dentes também precisam de cuidado, mas o hábito da escovação deve começar antes da velhice.

Ambientes quentinhos e superfícies macias ajudam no bem-estar do animal. Mas é importante incentivá-lo a fazer atividades, como caminhadas leves.

Fonte: A Crítica

Foto: Kátia da Costa / Arquivo pessoal


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

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Aos 20 anos, cão cego e surdo aguarda uma segunda chance após ser abandonado em abrigo



Sonoma é um cocker spaniel que viveu com a mesma família por toda sua vida. Porém, aos 20 anos, eles decidiram que o cão era “muito velho” e o levaram para o Carson Animal Shelter, na Califórnia (EUA).

O cão é parcialmente cego e surdo e ficou muito confuso quando foi deixado para trás em um lugar estranho, longe do único lar que conheceu. Sua antiga tutora disse que, quando chegava em casa, o encontrava nadando na piscina porque ele estava velho e desorientado e alegou que simplesmente não podia mais lidar com isso.

Sonoma foi deixado em um abrigo público, onde poderia não ter sobrevivido por muito tempo por causa de sua idade. Felizmente, a Frosted Faces Foundation, um centro de resgate de cães idosos em San Diego, ficou sabendo sobre Sonoma e imediatamente se mobilizou para acolhê-lo.

“Em qualquer idade, as únicas línguas que um cão conhecerá são o amor e uma grande lealdade”, diz a fundadora do grupo, Kelly Smíšek.

“Não há nada que se possa dizer para explicar ao seu cão todos os motivos que você usa para justificar sua decisão de abandono e é por isso que operamos a Frosted Faces Foundation”, completa.

Os salvadores de Sonoma imediatamente o levaram ao veterinário local para examinar sua saúde. Ele tinha infecções nos ouvidos e uma úlcera no olho esquerdo, que foi tratada, e marcas na pele. Se não fossem esses fatores, ele parecia estar em boa saúde. Apesar da idade, todos os exames de sangue estavam completamente normais, segundo o site The Dodo.

“Ele tem muitas marcas de pele e conseguiu chegar aos 20 anos. Talvez a única coisa que precise, além do tratamento para seus olhos e ouvidos, seja um lar amoroso”, observa Kelly.

Os olhos e ouvidos de Sonoma já começaram a se curar e seu ânimo parece melhorar lentamente. Ele adora o momento de comer e não consegue deixar de sempre arrastar as longas orelhas pela vasilha de comida.

Sonoma pode ser velho, mas é cheio de vida e está mais do que preparado para uma segunda chance. “Os dias de Sonoma continuarão, seu coração será curado e seremos seus defensores. Agimos onde a raiva encontra o amor”, afirma Kelly.

Sonoma está procurando sua família definitiva e a Frosted Faces ajudará com as despesas médicas do cão pelo resto de sua vida. Muitas pessoas ficarão ao seu lado até que ele finalmente encontre seu perfeito final feliz.








Fotos: Frosted Faces Foundation


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

1. Conheça os outros velhinhos da Frosted Faces Foundation em seu site.

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