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O condomínio pode me proibir de ter animal de estimação?


Resposta: Não.

Apesar de algumas convenções mais antigas até proibirem as pessoas de terem animais, isso é “letra morta”, garante o advogado especializado em direito imobiliário Michel Rosenthal Wagner.

“O direito à propriedade, à intimidade e à vida privada estão garantidos na Constituição, em seu artigo 5º”, explica. Mas o advogado ressalta que a coisa muda de figura se o animal em questão perturbar um desses três 'S's: sossego, saúde ou segurança.

Wagner conta o caso de um condômino que colocou, num hall social que dividia com outros três apartamentos, uma espécie de cercado na frente de sua porta e lá deixava três cachorros que latiam todas as vezes que alguém saía para pegar o elevador. "Isso obviamente é algo que não se pode fazer", diz.

Mesmo em condomínio de casas, há limites para manter animais. "Há pessoas que acumulam bichos sem nenhum cuidado, prejudicando a limpeza e atraindo vetores como ratos e baratas para a vizinhança. Isso também não pode."

Mas se você deseja ter um animal de estimação dentro de uma convivência civilizada e a convenção proíbe, também é possível entrar na Justiça para obrigar o condomínio a aceitar seu animal. "Ressalto que o melhor caminho é sempre procurar o entendimento pela conversa", aconselha o advogado.

Fonte: R7 

Foto: Reprodução

Parecer técnico da Sociedade Brasileira de Infectologia sobre os pombos


A página Salvem as Pombas e a ONG Sociedade Amigos dos Animais (SOAMA) compartilham em primeira mão o parecer técnico publicado pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) favorável aos pombos!

Alguns tópicos importantes do documento:

> Pessoas saudáveis NÃO FICAM DOENTES em contato com as fezes, pois os humanos possuem RESISTÊNCIA a essas doenças. Já aos pacientes doentes, com imunidade baixa, aconselha-se que tomem antifúngicos de forma PREVENTIVA;

> A presença dos pombos nas praças NÃO DEVE SER ENCARADA COMO RISCO SANITÁRIO;

> NÃO HÁ embasamento científico ou técnico na literatura mundial que justifique a remoção dos pombos das praças ou sua eliminação;

> Grandes capitais europeias convivem há séculos com pombos e NUNCA SE OBSERVOU SURTO DE CRIPTOCOCOSE OU OUTRAS DOENÇAS;

> OS POMBOS NÃO CAUSAM NENHUM RISCO PARA A POPULAÇÃO;

> CONCLUSÃO: remover ou exterminar os pombos não vai diminuir a ocorrência de criptococose e demais doenças nas cidades brasileiras.

Quem está dizendo isso é a Sociedade Brasileira de Infectologia. Quaisquer outras informações repassadas são de leigos, empresas de combate de pragas que faturam com extermínio e profissionais SEM CONHECIMENTO TÉCNICO do assunto para falar!

Gostaríamos de agradecer imensamente a dedicação da médica infectologista Dra. Lessandra Michelin, coordenadora do Comitê de Imunizações da Sociedade Brasileira de Infectologia, que muito se empenhou para nos auxiliar nessa luta tão justa! A ela, nossa gratidão pelo exemplo de profissional que preza pela ética e verdade nas informações.

E nossa gratidão para a nossa advogada Dra. Grazielle Pellizzari Meggiolaro,‎ que tem sido incansável ao dispor sua sensibilidade e recursos intelectuais e técnicos para o êxito da nossa luta.

A íntegra do parecer técnico da SBI pode ser acessada aqui.

Fonte e arte: Salvem as Pombas 


Leia também:


CCZ de São Paulo tem site para divulgar animais que estão há tempos em fila de adoção


Será que o seu filho peludo está mais próximo do que você imagina? O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ-SP) tem o site Eu Adoto no CCZ, com uma lista de animais que estão na fila de espera de adoção, apenas aguardando uma chance de ganhar uma nova família.

No site, há cães e gatos, cada um com uma ficha detalhando características como idade e porte.

Alguns dos animais, principalmente os mais idosos ou de pelagem preta, já passaram uma boa parte de suas vidas na fila, porém, ainda não encontraram alguém disposto a adotá-los.

Se você estiver em São Paulo - capital ou arredores -, se interessou por um peludo canino ou felino e for maior de idade (o animal deverá ser registrado sob o nome de um adulto), compareça ao CCZ portando RG, CPF, comprovante de residência e uma coleira (para cães) ou caixa de transporte (para gatos). A taxa de adoção é o valor simbólico de R$ 23.


Serviço 

Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ-SP)
Endereço: Rua Santa Eulália, 86 – Santana
Telefone: (11) 3397-8900
Funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h; aos sábados, das 9h às 15h (não abre aos domingos nem feriados)

Fonte: Portal do Dog 

Fotos: CCZ-SP / Divulgação 

E o cálcio?


Esse mineral tão conhecido é sempre lembrado pela saúde dos ossos e dentes, até porque sua distribuição no corpo é de 99% no esqueleto e apenas 1% no restante do organismo. 

Mas além de fazer parte da mineralização óssea, ele é elemento fundamental para diversos processos do corpo humano, como contração muscular, coagulação e secreção hormonal (insulina), além de atuar de forma essencial nos batimentos do coração.

A absorção do cálcio e a fixação desse mineral nos ossos varia conforme a acidez do sangue. Assim, uma dieta com excesso de proteínas, como a dieta constituída de carnes e derivados animais, por atuar aumentando a acidez do sangue, faz com que boa parte do cálcio seja retirada do osso e excretada na urina. 

Dessa forma, com o passar dos anos, pode ocorrer diminuição progressiva de massa óssea, levando a um risco aumentado de osteoporose.

Para garantir ossos fortes e cheios de cálcio, a prática de exercícios físicos, a exposição rotineira ao sol (pela vitamina D, que participa da absorção intestinal do cálcio) e o consumo de boas fontes de cálcio são essenciais.

A ingestão adequada do cálcio é importante, mas depende da biodisponibilidade, ou seja, da capacidade de absorção do elemento pelo organismo. A absorção do cálcio aumenta na presença de ácido cítrico, e também quando temos um ambiente intestinal saudável. 

A recomendação de ingestão diária é de 1000 mg/dia, e pode ser feita através do consumo diário de alimentos como couve, brócolis, gergelim, chia, amêndoas e leites vegetais enriquecidos com cálcio, sendo seguro e recomendado que não se dependa de produtos de origem animal como fonte desse mineral.

Fonte: Médicos Vegetarianos 

Dia Mundial da Água: saiba quanta água cada alimento gasta para ser produzido e economize


Vinte e dois de março marca o Dia Mundial da Água, uma data para reflexões sobre o uso racional desse recurso tão precioso.

Fechar a torneira ao escovar os dentes e diminuir o tempo no banho são hábitos importantes que precisamos incentivar, mas existe algo que precisa ser feito para economizar água de forma mais eficiente: escolher bem o que se coloca no prato.

Cada alimento gasta um número de litros de água em sua produção, e isso precisa ser levado em conta no momento em que estamos escolhendo o que comer. Os produtos de origem animal estão no topo da lista dos que mais gastam água em seu processo de produção.

O gráfico abaixo ilustra o quão preocupante é para o meio ambiente, especificamente para a água, o consumo de carnes, laticínios e ovos. Os dados são da ONG internacional Water Footprint Network.



Fonte: Vista-se 

Imagem: Reprodução

Carnaval sem lixo: 7 maneiras de cair na folia de forma sustentável


Já reparou em quanto lixo é gerado apenas nos dias de carnaval? São milhares de copos descartáveis, canudinhos, fantasias que nunca mais serão usadas e muito glitter. Tudo isso vai poluir nossas cidades [e até mesmo oceanos!] depois que a festa termina. A estimativa é de que, no ano passado, o carnaval carioca tenha gerado 700 toneladas de lixo. Se esses dados dizem respeito apenas ao Rio de Janeiro, já dá para imaginar que o cenário no restante do Brasil não seja muito melhor.

Mas como curtir o carnaval de maneira mais sustentável sem deixar a diversão de lado? Não tem segredo nenhum, existem muitas formas de fazer isso. Compartilhamos algumas a seguir.

1. Glitter biodegradável

Todo mundo curte se besuntar de glitter durante a folia, mas pouca gente pensa no impacto desse comportamento. Aquele brilho todo é gerado por micropartículas de plástico que não é reciclável. Acredita-se que esses microplásticos sejam responsável por 85% de todo o plástico que está poluindo nossos oceanos. Dá para entender o problemão que temos aí?*

Agora, a boa notícia: dá para fazer glitter em casa e sair brilhando lindamente durante o carnaval. O WikiHow tem um tutorial bem simples (é basicamente sal e corante) com o passo a passo (veja aqui). Você também pode comprar de marcas que produzem purpurina biodegradável, como a Glitter Glitter e Pura Bioglitter, que, além de ecológicas, são veganas e nacionais. 

2. Fantasia de upcycling (reaproveitamento)

Se você é do tipo que tem um monte de roupas guardadas que não sabe mais nem para que servem, a dica é reinventá-las e criar sua própria fantasia de upcycling misturando peças e acessórios – ou resgatando aquelas fantasias de outros carnavais.

Quando chegar do bloquinho ou da balada, é só lavar a peça e deixar secar para ela estar pronta para ser reutilizada – rola até mesmo trocar com os amigos para mudar de visual nos diferentes dias da festa!

3. Copo reutilizável

A cada bebida, um novo copo descartável para desfilar com muito lixo na passarela. Que tal mudar isso levando o seu próprio copinho para a festa? Dá para pegar algum copo normal que você tenha em casa, mas o melhor é usar copos de material não cortante.

4. Vá de lata

Na hora de beber, escolha bebidas vendidas na lata. Por ser altamente reciclável, a embalagem é mais sustentável do que garrafinhas de vidro ou de plástico, por exemplo (leia aqui sobre o Vá de lata, movimento que busca conscientizar sobre essa questão). A reciclagem de latas de alumínio ainda gera renda para mais de 800 mil catadores no Brasil, ou seja, todo mundo sai ganhando**.

5. Diga não ao canudinho

O problema é o mesmo do glitter: o plástico do canudinho fica aí no mundo, poluindo os oceanos e causando muitos danos ao meio ambiente. O bom é que ele é completamente evitável. Basta recusar o canudo com sua bebida e você já faz um bem para o planeta! Simples, não?

Quem faz questão do canudinho – que pode ser necessário na hora de uma boa água de coco – ainda encontra diversas opções à venda de canudos reutilizáveis de inox, bambu ou vidro.

6. Transporte sustentável

Em primeiro lugar, vamos lembrar que o melhor é sempre ir a pé, usar transporte público ou bicicleta. Apesar disso, a gente sabe que sustentabilidade precisa ser adaptada à realidade de cada um – e usar transporte público ou caminhar à noite nem sempre é seguro, assim como é arriscado andar de bicicleta depois de beber.

Então, se não rolar essas opções, chame os amigos e divida um táxi para ir ao bloquinho. Juntos no mesmo veículo, vocês geram menos emissões de CO² e ainda economizam dinheiro durante o trajeto.

7. Lixo no lixo

Depois de tudo isso, o mínimo que a gente espera é que você já faça a sua parte colocando o lixo no lugar certo, mas é sempre bom lembrar. Nada de jogar o lixo no chão durante a folia, viu? As lixeiras estão aí para isso!

Fonte: Hypeness  

Foto: Reprodução


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

*1. Leia aqui sobre como o glitter chega aos peixes no oceano.

Saiba como é feita a mudança internacional para animais de estimação


Mais do que animais de estimação, cachorros e gatos* são parte da família, e obviamente irão junto na mudança, seja ela para outro bairro, cidade, estado ou país. O processo de mudança internacional é um pouco trabalhoso e requer bastante planejamento e paciência. Mas quem segue a burocracia corretamente não encontra problema algum para entrar no país onde irá viver com seus filhos de quatro patas.

Confira a seguir algumas dicas fundamentais para facilitar o processo de morar no exterior com seus caninos e/ou felinos.

A burocracia para ir viver com seu animal na União Europeia é grande. Em outros países mundo afora, a situação não é muito diferente. Muda apenas um detalhe burocrático ou outro. Para estar com tudo certo, é necessário em torno de quatro ou cinco meses de preparação prévia. O processo de viagem internacional com animal para a Europa inclui:

> Inserção de microchip no animal: precisa ser feito por um veterinário de confiança em conformidade com os padrões internacionais. Depois do procedimento, você terá que anotar o número de identificação e o certificado na carteira de vacinação do animal;

> Vacinação contra a raiva: o carimbo do veterinário que aplicou, o número do lote da vacina e data do procedimento precisam constar no cartão de vacinação do animal;

> Sorologia antirrábica e envio de amostra de sangue do animal para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo: o CCZ da capital paulista é o único no Brasil que é aceito atualmente [dezembro de 2017] pela União Europeia. O ideal é realizar esses procedimentos veterinários quatro meses antes da sua mudança internacional com o animal;

> Emissão do CZI: é um certificado internacional emitido pelo Ministério da Agricultura que tem validade de apenas 10 dias e a cada viagem internacional com o animal é necessário um novo documento. O agendamento é feito no Vigiagro, que é encontrado em todos os aeroportos do Brasil;

> Atestado de saúde do animal: a dica é pedir ao veterinário no dia anterior que você agendou a ida ao Vigiagro;

> Aviso ao aeroporto de destino sobre a data de entrada do animal no país: no caso da União Europeia, é preciso mandar um e-mail com 48 horas de antecedência para não ter problemas na hora do desembarque.

Informe-se sobre a burocracia específica do país para onde você irá mudar

Cada país tem suas regras próprias para mudança internacional com animais. Por esse motivo, o primeiro passo é se informar sobre a burocracia específica. A maioria dos países europeus, por exemplo, tem as mesmas exigências, mas pode haver diferença de um para outro.

Descubra a melhor forma de transporte internacional para seu animal

Cada companhia aérea tem seu próprio regulamento quanto ao transporte de animais de estimação. Dessa forma, é fundamental que você pesquise bastante antes de comprar suas passagens.

Algumas empresas aéreas se recusam a transportar algumas raças. Dependendo do peso do animal, ele pode viajar com você (se estiver dentro de uma caixa de transporte adequada). Cachorros de grande porte costumam ir no porão da aeronave.

A dica é se informar previamente porque, na hora da compra das passagens aéreas, alguns dados serão solicitados pela companhia aérea, como:

- Raça do animal

- Peso

- Tamanho

- Idade

- Detalhes sobre o animal: se sofre de alguma doença, se é braquicefálico (algumas empresas aéreas não transportam cães que possuam focinho achatado, por causa dos problemas de falta de ar deles etc.)

- Outras informações que podem ser solicitadas

Empresas especializadas em mudança internacional para animais podem ser a melhor opção

O que fazer quando seu animal de estimação não pode embarcar com você no avião? Ou quando você não tem tempo disponível para tanta burocracia? Em casos como esses, a melhor solução é contratar empresas especializadas em mudança internacional para animais.

Credibilidade da organização e o conforto dos seus filhos de quatro patas precisam ser prioridade na hora da escolha. Esse tipo de empresa inclusive facilita bastante a questão burocrática, entre outros cuidados que seu animal precisa para chegar são e salvo ao seu novo lar no exterior.

Fonte: Paranashop

Foto: Reprodução


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

*1. Conforme diz o texto, cada país tem uma legislação, mas o básico é o descrito acima - o tutor deve se informar com os órgãos competentes sobre os detalhes específicos. O mesmo vale para outros animais, como coelhos, porquinhos-da-índia, ratos etc. - algumas outras exigências podem se aplicar sobre eles dependendo do país, e o tutor deverá se inteirar com antecedência a respeito. 

2. Sim, dá trabalho. Mas no momento de adotar um animal, você já deve estar ciente de que a vida pode apresentar adiante muitos imprevistos, como uma mudança para o exterior. E só adotar se estiver disposto a não abandonar seu animal em hipótese alguma e cuidar muito bem dele até o fim natural de sua vida. Se você tiver um filho humano, vai deixá-lo para trás se for muito burocrático e custoso levá-lo com você para onde quer que seja?

Cerveja é uma bebida vegana?


Pode parecer estranho, mas a maioria das cervejas comercializadas no Brasil não é cerveja! Segundo a legislação brasileira, cerveja é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do mosto cervejeiro oriundo do malte de cevada e água potável, por ação da levedura, com adição de lúpulo.

A lei estabelece ainda a proibição de se adicionar produtos de origem animal à cerveja - se alguém adicionar mel à receita de sua cerveja, por exemplo, a bebida resultante não pode ser classificada como cerveja.

Isso faz com que todas as cervejas nacionais sejam classificadas como cervejas veganas, certo?

Errado!

Por que algumas cervejas não são veganas?

A produção de cerveja não se limita aos ingredientes - além destes, se adicionam matérias auxiliares e/ou auxiliares tecnológicos, que podem ser derivados de animais.

Os materiais auxiliares são substâncias usadas intencionalmente para desempenhar uma dada função durante a obtenção, tratamento ou transformação de matérias-primas, gêneros alimentícios ou seus ingredientes, que podem ocasionar a presença involuntária de resíduos ou de seus derivados no produto acabado.

Algumas cervejarias fazem uso de um colágeno chamado ictiocola (isinglass, em inglês) para a clarificação do produto. A ictiocola é uma espécie de “cola de peixe” obtida da bexiga seca de alguns peixes de água doce, principalmente do esturjão.

Como regra geral, as cervejas acondicionadas em barris são clarificadas por meio da ictiocola e não são cervejas veganas.

No Brasil, não é muito comum o uso da ictiocola na fabricação da cerveja, porém, isso ainda não torna as nossas cervejas veganas, pois o veganismo é uma postura política, não apenas uma dieta, e a maioria das marcas nacionais patrocina rodeios, vaquejadas e/ou outras atividades de exploração animal.

Como saber se minha cerveja favorita é vegana?

Brahma é vegana? Heineken é vegana? Budweiser é vegana? Como descobrir?

Para ajudar a comunidade vegana internacional, foi criado o banco de dados Barnivore, onde o usuário encontra uma lista com milhares de marcas de cervejas, vinhos e outras bebidas alcoólicas, indicando quais são ou não veganas.

A informação é baseada na troca de e-mails entre o site e as empresas produtoras, e basta que você escreva o nome da sua bebida favorita e o Barnivore diz se ela é vegana ou não.

Mas cuidado! O site leva em consideração apenas os produtos usados na fabricação das bebidas, e não se a empresa apoia touradas, rodeios, vaquejadas ou outras atividades de exploração animal.

Dessa forma, o Barnivore pode indicar cervejas veganas de forma errônea [indicando, na verdade, bebidas vegetarianas estritas - mas já saber sobre os ingredientes é meio caminho andado, e você pode procurar por conta própria a informação sobre possíveis patrocínios de atividades que exploram animais].

Outra forma de descobrir se sua cerveja favorita é vegana é acessando a comunidade cervejeira Lokobeer, que agora possui um selo de identificação de cervejas veganas.


Respondendo às perguntas acima:

Não, não são cervejas veganas! Brahma e Budweiser pertencem à Ambev, empresa que patrocina diversos rodeios pelo Brasil. O mesmo acontece com a Heineken, que, inclusive, realiza o próprio rodeio, o Circuito Bavaria (a cerveja Bavaria hoje pertence à Heineken).

Infelizmente, para os adeptos do veganismo, o mercado brasileiro de cervejas é dominado por pouquíssimas empresas de porte gigantesco (como Ambev, Heineken e Grupo Petrópolis), e nenhuma cerveja pertencente a essas marcas é vegana.

Fonte: Awebic  


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

O site de onde replicamos a matéria acima listou 10 cervejas veganas nacionais e 10 importadas, falando um pouco sobre cada uma (clique no link acima para conferir). Indicamos também o grupo no Facebook CerVeganos, que tem uma listagem ainda maior - e atualizada quando necessário, já que cervejas que hoje são veganas podem vir a deixar de ser, por alteração em seus ingredientes ou por seus fabricantes resolverem se aliar às forças do mal contra os animais. 

Mais de um milhão de animais são atropelados diariamente no País


O Brasil, que é o quarto país do mundo em número de acidentes de trânsito, também tem dados alarmantes de atropelamentos de animais silvestres. De acordo com o Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), cerca de 473 milhões de animais são atropelados todos os anos no País, ou seja, mais de um milhão por dia nas rodovias brasileiras.

O Programa Sistema Urubu (PSU) - Rede Social de Conservação da Biodiversidade, idealizado pelo CBEE com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, foi criado para conhecer de perto esse problema da fauna brasileira. Como parte das estratégias desenvolvidas pelo Programa, está o Urubu Mobile, um aplicativo que conta com a colaboração dos usuários para informar e mapear os atropelamentos por todo o Brasil. Desde o lançamento, há três anos, o app foi baixado por mais de 22 mil usuários, que realizaram 70 mil registros em estradas brasileiras.

De acordo com o responsável pelo PSU, Alex Bager, as grandes vitórias do projeto são em escala nacional. “Mais que passagens de animais ou obras realizadas nesses três anos, nós estamos evoluindo no desenvolvimento de políticas públicas estaduais e nacionais. Esse é o grande avanço que estamos realizando em prol da conservação da natureza, e de forma colaborativa”, comenta.

Apesar de 90% dos atropelamentos atingirem animais de pequeno porte, a taxa de fauna de grande porte também é significativa: quase cinco milhões de animais atropelados por ano. Segundo o coordenador de Ciência e Informação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Emerson Antônio de Oliveira, essa taxa elevada de atropelamentos representa um grande risco para a fauna brasileira. “Quando muitos animais são mortos, como no caso dos atropelamentos, uma reação em cadeia acontece. A diminuição de indivíduos e a extinção de uma espécie causam um desequilíbrio ecológico, afetando diretamente o ser humano, como proliferação de pragas e deslocamento de predadores para centros urbanos em busca de alimentos”, afirma.

Confira algumas dicas importantes do Urubu Mobile para quando você avistar um atropelamento de animal silvestre na estrada:

> Ao deparar com um animal atropelado, reduza a velocidade com cautela, estacione o carro com segurança no acostamento e ligue o pisca-alerta. Tire foto do animal e tenha cuidado para não causar acidentes;

> Rodovias são locais perigosos para crianças. Não permita que desçam do carro para ver o animal na pista;

> Evite o contato com a carcaça, pois há risco de transmissão de doenças e parasitas;

> Se o animal estiver vivo, não tente capturá-lo e transportar, pois ele certamente estará machucado. Avise a polícia rodoviária, polícia florestal e/ou o pessoal da concessionária da rodovia;

> Nunca envie mais de uma foto do mesmo animal pelo aplicativo. Se você tirar mais de uma foto, escolha a melhor e envie apenas essa;

> Somente envie fotos de animais selvagens. Não fotografe galinhas, vacas, cavalos, cachorros ou qualquer outro animal doméstico.

O CBEE tem interesse em registrar atropelamentos de todas as espécies de animais selvagens (mas não insetos e outros invertebrados). Fotos de cobras, sapos e pequenas aves são tão importantes quanto tamanduás, onças e lobos.

Fonte: Floripa News  

Foto: Divulgação

Opções para veganos em restaurantes étnicos

Hambúrguer vegano de batata-doce com quinoa (Foto: Reprodução)


Quando você desiste da carne e dos produtos derivados de animais, uma dieta à base de vegetais vem com o estereótipo de ser difícil e desagradável ao paladar, especialmente nas visitas a restaurantes. No entanto, os cardápios veganos vêm, na verdade, com uma enorme variedade de pratos muito além da famosa saladinha.

Confira a lista abaixo e descubra o que um vegano pode pedir em cada restaurante.


Restaurante japonês

Shitake, manga, cenoura e pepino: alguns dos ingredientes de um sushi vegano 
(Foto: Vegetariando por aí)


Você não precisa perder o passeio simplesmente porque não come peixe. Existem muitas opções veganas no menu, desde aperitivos até os famosos rolls e norimakis.

Experimente: edamame (grãos de soja servidos ainda dentro da vagem), algas, cogumelos (shimeji, shitake, entre outros), gohan (o arroz cozido e temperado dos japoneses), missoshiro (sopa à base de soja, tofu e cebolinha; certifique-se com o garçom se não leva caldo de peixe), tempurá e rolls de vegetais (consulte se eles não levam ovos), rolinho primavera de legumes e os clássicos norimakis (sushi enrolado de alga) e temakis (os cones de algas) com legumes, verduras, frutas, cogumelos e/ou castanhas no lugar do peixe.


Restaurante chinês

Rolinho primavera recheado de legumes (Foto: Shutterstock)


Não é muito difícil encontrar opções veganas na culinária chinesa, já que a maioria dos pratos não leva produtos lácteos. O tofu também é uma proteína comum na cultura asiática, então sinta-se à vontade para perguntar ao chef se ele pode substituir a carne pelo alimento em uma variedade de pratos. Certifique-se de que as refeições não sejam cozidas com peixe ou molho de ostra, bases de sabor comuns na culinária chinesa.

Experimente: arroz frito, chow mein de vegetais, tofu, rolinho primavera vegetariano, vegetais fritos e leite fresco de soja.


Restaurante mexicano

Abacate, tomate, cebola e salsinha: os ingredientes da guacamole (Foto: Reprodução)


Achou que seria impossível um vegano comer em um restaurante mexicano, por causa da grande quantidade de queijo? Não é tão difícil quanto parece.

Experimente: burritos vegetarianos, tacos vegetarianos, feijões e arroz, batatas fritas com salsa e guacamole com nachos.


Restaurante coreano

Embora os restaurantes coreanos sejam mais conhecidos pelo churrasco, o bulgogui não é o único prato que tem por lá. 

Experimente: tofu e legumes grelhados, sopa de tofu picante, bibimbap vegetariano, kimbap vegetariano, dangmyeon com vegetais.


Restaurante norte-americano

Felizmente, a maioria das hamburguerias hoje em dia conta com opção de hambúrguer vegetariano. 

Experimente: hambúrguer de feijão preto, hambúrguer de beterraba, wraps, batata frita, pizza sem queijo ou sanduíches com vegetais.


Restaurante vietnamita

Embora os lugares vietnamitas sejam mais famosos pelo pho, uma sopa com caldo de carne, existem opções.

Experimente: rolinho primavera de vegetais, vegetais salteados, o tradicional sanduíche vietnamita banh mi de tofu ou vegetais e aletria.


Restaurante italiano

Bruschetta di pomodoro (Foto: Casa e Comida)


Não é difícil encontrar pratos veganos na culinária italiana. Apenas lembre-se de perguntar se o prato leva ovo ou queijo - às vezes, eles estão escondidos no preparo. E não se esqueça de pedir seu prato sem o famoso parmesão ralado por cima.

Experimente: bruschetta vegetariana, pizza sem queijo, massas secas feitas sem ovos e cobertas de molho de tomate (ou ao alho e óleo), pão com azeite e vinagre balsâmico, antepastos à base de azeite de abobrinha e berinjela.

Fonte: Casa e Jardim 


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

A matéria não citou a cozinha árabe, uma das que têm mais opções para os veganos. Você pode pedir: homus (pasta de grão-de-bico), babaganush (pasta de berinjela), mjadra (arroz de lentilha com cebola frita), falafel (bolinho de grão-de-bico), quibe frito ou assado sem carne, charuto de folha de uva recheado de legumes etc.

Como localizar comida vegana no Brasil e no mundo



Por Paulo Furstenau*


Recentemente, publicamos por aqui uma lista com dezenas de sites e livros de receitas veganas - uma infinidade de pratos principais, acompanhamentos, café da manhã, lanches, doces e todos os tipos de comidas deliciosas, saudáveis e sem nenhum animal ter sido morto nem sofrido para que você possa se alimentar muito bem. 

Mas e quando você quiser ou precisar comer fora? Ou pedir uma comida? Há poucas opções? Como encontrá-las? Felizmente, o veganismo - e, consequentemente, o mercado vegano - está crescendo bastante no mundo, e no Brasil não é diferente. Nesta postagem, indicamos sites e aplicativos de busca por comida (e outros comércios) vegana em terras brasileiras e no mundo. Consulte o mapa, alegre seu estômago e poupe os animais!

São Paulo

O blogue RotaVEG é um excelente guia, com resenhas e fotos, para quem mora ou visita São Paulo. Segundo sua descrição, "é um projeto que tem como objetivo frequentar, experimentar e divulgar lugares, eventos ou marcas que se dedicam de forma integral ou parcial à ideologia do veganismo".

A seção 'Lista completa' divide os estabelecimentos na capital paulista em categorias como restaurantes veganos; restaurantes vegetarianos com opções veganas; restaurantes onívoros com opções veganas; bares, cafés e lanchonetes; pizzarias; sorveterias; cozinhas internacionais e até marmitarias e deliveries, entre outras, com endereços e links para os respectivos sites. Acesse aqui.

Já o Meatless ("Sem carne") é o primeiro aplicativo de delivery vegetariano no Brasil, disponível gratuitamente para Android (baixar pelo Google Play) e iOS (baixar pela App Store). Por enquanto, o app abrange a cidade de São Paulo, mas em breve alcançará outras cidades do País. 

Ao abrir o aplicativo, ele te localizará e indicará os restaurantes vegetarianos e veganos mais próximos. Você também pode inserir outro CEP que queira pesquisar, e ele te mostrará as opções daquela região.

Quando você clica sobre um restaurante, é aberto seu cardápio com os preços e outras informações como endereço, horário e tempo de entrega. 

Outras cidades

O Velivery é outro aplicativo gratuito, também disponível para Android e iOS, que abrange Rio de Janeiro (capital), Fortaleza (CE) e Porto Alegre (RS). Nele, é possível também selecionar a busca por restaurantes vegetarianos ou veganos. 

Outra boa pedida de serviço rastreador para os gaúchos é o Beringela.me, que mapeia diversas opções em Porto Alegre e outras cidades do Rio Grande do Sul, além do estado do Rio de Janeiro e até mesmo Lisboa, em Portugal. "Tudo começou aqui em Porto Alegre, mas queremos que se espalhe!", diz o site, e é possível ajudá-los sugerindo restaurantes e dando informações sobre eles.

Brasil 

Na mesma linha de localizador por pontos no mapa, tem o Mapa Vegano, um projeto colaborativo (você também pode indicar lugares com as respectivas informações) que lista estabelecimentos em todo o Brasil (e até mesmo além-mar). E ele abrange não somente alimentação & bebidas, mas também categorias de higiene & beleza, nutrição & saúde, roupas & acessórios, ONGs & clínicas populares e outros serviços. Clique no link acima e conheça opções veganas em sua cidade.

Mundo

E para quem vive fora do Brasil ou vai viajar para o exterior, o Happy Cow ("Vaca feliz") é indispensável. Em uma barra de busca, você digita o nome da cidade, estado ou CEP que deseja pesquisar, e o site traz todas as opções da região. 

O Happy Cow também tem aplicativo gratuito disponível para Android e iOS.



As vacas, porcos, galinhas, peixes, perus e todos os outros animais explorados, torturados e mortos em todo o mundo agradecem a preferência. 


*Paulo Furstenau é jornalista voluntário da Associação Natureza em Forma

Lista de sites e livros de receitas veganas - se você é daqueles que acham que vegano só come alface, vale a leitura (e a ida à cozinha!)



Por Paulo Furstenau*


O que come um vegano? Recentemente, publicamos o vídeo Wha Me Eat (O Que Eu Como), do cantor inglês Macka B, que faz uma sucinta lista de tudo aquilo que os veganos colocam no prato - e ela vai bem além do alface (veja aqui)...

E agora que você já tem uma listinha básica de ingredientes, é hora de saber o que fazer com eles! Nesta postagem, você encontra mais de 30 sites de receitas veganas, e, para os mais tradicionais, que gostam do bom e velho livro de receitas, listamos também quase 30 publicações impressas. 

Nada menos que milhares de receitas de pratos quentes e frios, entradas, saladas, sopas, massas, pães, tortas, leites, queijos, manteigas, pastas, sucos, doces (chocolates, bolos, pavês, sorvetes etc.), enfim, todos os tipos de refeições do café da manhã até a ceia, sem faltar nada de proteína e sem nenhum animal ter sofrido e morrido para você se alimentar com muita saúde e sabor.

Mas alertamos que você certamente enfrentará um problema diário ao optar por uma dieta vegana e seguir nossas sugestões de sites e livros: decidir, entre tantas deliciosas opções, quais receitas você escolherá, seja para cozinhar somente para você, seja para toda sua família (leia aqui matérias sobre veganismo na infância). 

Boa leitura e bom apetite!






SITES E BLOGUES






Compassionate Cuisine (blogue de Portugal)






Menu Vegano (rede social onde também é possível se inscrever e postar receitas)






Sociedade Vegan (blogue de Portugal) 




The Love Food (blogue de Portugal) 











LIVROS

Após cada sinopse, colocamos o link para a respectiva editora, para facilitar a compra do livro, mas a maioria deles é vendida nas principais livrarias do Brasil, nas lojas físicas e on-line. O site da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e o portal vegano Vista-se também vendem alguns dos títulos abaixo (o Vista-se tem ainda um livro de 18 páginas que pode ser baixado em PDF gratuitamente - clique aqui). Para economizar, recomendamos também o Estante Virtual, que reúne on-line sebos de todo o Brasil - basta digitar o nome do livro na barra de busca do site.





A alimentação tem sido uma importante aliada na busca da saúde física. O interesse por produtos integrais e orgânicos pode ser facilmente percebido pela velocidade com que se multiplicam as feiras orgânicas nas grandes cidades e aumentam as gôndolas de produtos saudáveis nas redes de supermercados.

Mas não é apenas o benefício para o corpo que tem atraído as pessoas a comerem de forma mais consciente. Cada vez mais, nos damos conta da influência da comida no processo de desenvolvimento espiritual.

A alimentação, que um dia foi considerada sagrada e fator de geração de relações de proximidade e harmonia nas famílias, está passo a passo reassumindo sua posição de instrumento de cura e purificação interior. 

Foi preciso chegar ao extremo da violência contra os animais, contra o meio ambiente e contra nosso próprio corpo e mente, para começarmos a fazer o caminho de volta a uma alimentação mais simples, mais natural, mais saudável. 

Esse livro de receitas é nossa contribuição a esse processo de não violência em nosso prato de cada dia. 

Saboreie e sinta-se leve: de corpo e alma. 

Autores: Diversos 
Editora: Brahma Kumaris 
102 páginas 



Vegetariana desde os 17 anos e vegana desde os 27, a premiada blogueira Adele McConnell apresenta nesse livro 100 receitas deliciosas à base de vegetais. Segundo ela, a culinária vegana é a alimentação saudável e natural em sua melhor versão. A autora ressalta os benefícios decorrentes da dieta - qualidade de sono, pele boa, cabelos e unhas fortes e saudáveis, muita energia -, e que é possível se tornar vegano sem deixar de lado o prazer em comer. Para isso, Adele se apoia na combinação de ingredientes nutritivos e técnicas inovadoras, preparando receitas de dar água na boca de veganos, vegetarianos e até apreciadores de carne, com inspiração em culinárias de diferentes culturas, como indiana, marroquina, tailandesa e mexicana, entre outras. Destaque para pratos para o café da manhã, como a panqueca de coco e sementes de chia; o almoço, como o espaguete com espinafre baby, alcachofra e limão ou a cestinha de batata-doce com pesto de nozes e homus; e uma refeição mais reforçada, como o macarrão de arroz com curry thai. Para o lanche, a barrinha crocante de cereja e coco, e, finalizando com estilo, a sobremesa fica por conta da torta de chocolate cru com calda salgada de pecã. 

Autora: Adele McConnell
Editora: Publifolha 
176 páginas 



Esse livro traz receitas para compartilhar com a família e os amigos e opções para aquelas horas em que só queremos saborear uma comidinha gostosa na frente da TV. Por serem veganas, as receitas são indicadas para quem tem alergia a ovo ou intolerância à lactose. A maioria das receitas também não contém glúten. O livro está dividido em cinco capítulos: petiscos e pastas de abrir o apetite; sopas e cremes para esquentar o coração; massas e saladas práticas; pratos principais reconfortantes e sobremesas de dar água na boca. Servidas em tigelas e cumbucas, e por isso mais práticas para o dia a dia, as receitas são perfeitas para trazer ainda mais alegria aos momentos de descontração com a família e os amigos. Bom apetite! 

Autora: Katia Cardoso
Editora: Alaúde
136 páginas



Nesse livro, Katia Cardoso traz receitas para todas as horas. São barrinhas e smoothies para o café da manhã, biscoitinhos e cookies para o lanche da tarde, pavês e sorvetes para a sobremesa do dia a dia, além de lindos bolos para ocasiões especiais. Inspirada em suas memórias de infância e nos doces que a vida lhe foi servindo, Katia adaptou receitas tradicionais e contemporâneas para criar delícias sem ingredientes de origem animal. Assim, suas receitas são também ideais para quem precisa retirar a lactose e o ovo do cardápio. Para agradar todas as tribos, há também diversas receitas sem glúten, tudo sem abrir mão do sabor e da textura. Bom apetite! 

Autora: Katia Cardoso
Editora: Alaúde
136 páginas



Precisa se alimentar fora de casa, mas não quer abrir mão de uma refeição caseira gostosa, saudável, prática e econômica? Então esse livro é para você. São 50 receitas de marmitas e lanchinhos para serem saboreados a qualquer hora e lugar. Tudo sem ovos ou lactose. Dividida por ocasião, a obra traz sugestões para um café da manhã nutritivo e energético, snacks para levar na bolsa ou mochila, além de opções de pratos principais para os dias mais quentes ou frios. O livro também traz receitas básicas que podem ser preparadas com antecedência e incrementadas na hora de servir, além de dicas sobre como se organizar na cozinha e tirar o máximo proveito da geladeira e do freezer, dois grandes aliados de quem tem pressa de comer bem. 

Autora: Katia Cardoso
Editora: Alaúde
136 páginas



Composta por quatro volumes, a Coleção Vegetarianos traz 480 receitas veganas saudáveis e irresistíveis. Divididos em Café da Manhã, Lanches e Petiscos, Pratos Principais e Doces e Sobremesas, cada livro traz 120 receitas criadas pelos melhores chefs vegetarianos do Brasil. São sugestões para todo tipo de ocasião, de um simples petisco a um banquete completo.

São as melhores receitas já publicadas nos últimos 10 anos de existência da Revista dos Vegetarianos - uma coletânea indispensável na biblioteca de veganos, vegetarianos e para quem busca uma alimentação mais saudável. 

Autor: Diversos
Editora: Europa 
128 páginas cada volume



A culinária vegana – que não utiliza nenhum alimento animal – pode parecer insossa e sem graça, ou mesmo complicada, para muitos, mas esse livro vem provar justamente o contrário. Nele, você encontra receitas práticas e nutritivas, que, apesar de não usarem ingredientes como carnes, ovos, leite e derivados, não deixam a desejar na apresentação e muito menos no sabor. Afinal, quem opta por esse tipo de alimentação não precisa abrir mão de pratos consagrados como estrogonofe, arroz à piamontesa, quiche, tortilla, ou de delícias como vitamina de banana e milk-shake de morango, algumas das elaborações da nutricionista Thina Izidoro, chef de cozinha há mais de 30 anos e proprietária e consultora de restaurantes vegetarianos no Rio de Janeiro.

Além dessas e de outras receitas, Cozinha da Thina traz sugestões de cardápios diários de lanche, almoço e jantar, orientações sobre preparo dos alimentos, técnicas de cozimento, conservação e preparação de vegetais, frutas, sementes, fibras e grãos - cuidados essenciais para quem busca uma alimentação mais sustentável, natural e saudável. 

Autora: Thina Izidoro
Editora: Senac RJ
168 páginas



Escrito em 1997, esse foi o primeiro livro publicado no Brasil a propor uma dieta 100% livre de produtos animais (vegana). Conta com mais de 300 receitas para quem não quer, ou não pode, consumir produtos de origem animal, como pessoas com intolerância à lactose, à proteína animal ou problemas cardíacos.

Considerado o manual definitivo do modo de vida vegano/vegetariano, Cozinhando sem Crueldade tem também capítulos específicos sobre alimentação infantil, compras, menus especiais, festas, nutrição, endereços úteis, perguntas e respostas, substituições alimentares, maneiras de alimentar seu cão e gato.

As deliciosas receitas de Ana Curcelli estão organizadas em 18 capítulos: Café da Manhã, Leites Vegetais, Patês e Sanduíches, Sorvetes, Biscoitos, Tortas, Aperitivos, Saladas e Molhos, Sopas, Acompanhamentos, Pratos Principais, Substitutos da Carne Animal, Massas, Salgados, Sobremesas, Bolos sem Ovos, Bebidas e Festas.

Aprenda a preparar os surpreendentes bolos sem ovos, hambúrgueres vegetais, sorvetes, biscoitos e leites vegetais à base de gergelim, castanha, aveia e arroz, além do tradicional de soja.

Todas as receitas foram testadas e usam ingredientes que você encontra no supermercado. Prepare refeições deliciosas e surpreendentes e transforme de uma vez por todas seu hábito alimentar de uma maneira saudável e deliciosa.

Tudo isso com encadernação em espiral, ideal para usar na cozinha.

Enfim: indispensável!

Um livro 100% vegetal para leitores 100% humanos. Ou você ainda acha que vegetariano só come saladinha?

Autora: Ana Maria Curcelli 
Editora: Gato Preto (na data da publicação desta postagem, 17 de agosto de 2017, o livro estava temporariamente indisponível. Se ainda estiver quando você acessar esse link, pesquise em outros sites e sebos, inclusive os que recomendamos acima!)
232 páginas



Gabriela Oliveira reuniu nesse livro mais de 100 receitas práticas e deliciosas para agradar aos paladares mais exigentes, sempre sem carne, ovos ou laticínios. Combinando os pratos de cereais e leguminosas, um jantar substancioso e reconfortante está garantido – e todos os nutrientes também. Se a pedida for um lanche descontraído, as receitas de tortas, pizzas, hambúrgueres, pães e molhos vão fazer bonito. Já no fim de semana, que tal reunir os amigos e oferecer bolinhos, croquetes e empadinhas para embalar uma conversa animada? Gabriela ensina ainda a fazer leites e queijos vegetais, indica o valor nutricional dos pratos e explica como montar uma refeição estritamente vegetariana completa. 

Autora: Gabriela Oliveira 
Editora: Alaúde 
216 páginas 



Esse livro traz 60 receitas veganas. Preparados com ingredientes naturais e integrais, os pratos são rápidos de fazer. Todos os pratos vêm com uma tabela de nutrientes. Nenhuma receita contém lactose, e 80% delas não contêm glúten. As receitas estão divididas nas seguintes seções: Patês, Sopas, Saladas, Molhos para Saladas, Pratos Principais, Doces e Salgados, Receitas Funcionais, Chás e Sucos. 

Autora: Astrid Pfeiffer 
Editora: Alaúde
160 páginas



O livro traz 46 receitas, todas veganas e que seguem os preceitos da macrobiótica. 

Ingredientes funcionais: informações detalhadas e propriedades medicinais de alimentos, como raiz de lótus, algas, missô, ágar-ágar e muito mais. 


Quarenta e seis receitas deliciosas. Todas veganas e saudáveis: 13 saladas e temperos, 11 acompanhamentos, oito pratos quentes, sete sopas nutritivas e sete doces irresistíveis. 

Autora: Natália Rodrigues
Editora: Europa 
66 páginas



A blogueira irlandesa Áine Carlin aderiu ao veganismo em 2010 e, desde então, descobriu um mundo de novos sabores e benefícios significativos para sua saúde, beleza e bem-estar. Nesse livro, ela conta como transformou sua alimentação e compartilha mais de 100 receitas deliciosas e saudáveis para o café da manhã, lanches, refeições principais e ocasiões especiais, além de molhos, acompanhamentos e sobremesas, todas preparadas sem nenhum ingrediente de origem animal. Ela também orienta sobre os alimentos que não podem faltar em uma despensa vegana, como grãos, leguminosas, frutas secas, oleaginosas, óleos, leites vegetais, congelados, ervas frescas e secas, especiarias, entre outros itens. Os pratos surpreenderão os paladares mais exigentes e são um ótimo incentivo para quem quer diminuir o consumo de carne, iniciar ou continuar uma dieta vegetariana ou vegana. Entre eles, vale a pena experimentar a panqueca com frutas vermelhas, a sopa de kiwi com batata-doce, o hambúrguer de cogumelo com batata à dijon, a berinjela assada com cuscuz marroquino e o bolo de chocolate com menta e ganache. 

Autora: Áine Carlin 
Editora: Publifolha 
176 páginas 



Alana Rox, filha de uma gaúcha e um carioca, nascida e criada em Santa Catarina, nasceu vegetariana. Rejeitava qualquer alimento de origem animal, para o sofrimento dos pais. Ninguém imaginava que a atitude instintiva da infância era apenas a semente da revolução que Alana faria em sua própria vida. Ao se tornar vegana, passou não só a ter ótima saúde, o corpo e a mente energizados, mas sentiu vontade de compartilhar sua experiência com outras pessoas. Dividir suas descobertas e mostrar um caminho possível para viver mais e melhor virou naturalmente sua missão.

As histórias de Alana, que vão do despertar para a nova filosofia de vida às soluções criadas para facilitar a alquimia na cozinha, são contadas no Diário de uma Vegana. Sucesso no Instagram com o perfil The Veggie Voice, com mais de 100 mil seguidores, Alana selecionou sugestões para o livro e organizou as dicas com capricho para o leitor. Além das receitas serem veganas, sem nenhum alimento de origem animal, são também livres de glúten.

“Eu sabia que me tornar vegana seria incrível. Mas nem nos meus sonhos e previsões mais lindas, imaginava o divisor de águas que seria para meu corpo, meu organismo, minha percepção de mundo, minha conexão com o todo”, afirma Alana. Cantora profissional no passado, ela continua compondo e cantando, já que tem a música como fonte de inspiração de sua culinária.

O livro não é voltado apenas para veganos, mas também para quem quer experimentar o estilo de vida vegano ou simplesmente se alimentar de maneira mais saudável. Ele traz uma sugestão de cardápio para uma semana e os top hits, que são receitas especiais e preferidas da autora. “São refeições completas e inteligentes, nutricionalmente equilibradas, fáceis, rápidas, práticas, acessíveis e gostosas demais”, afirma.

Diário de uma Vegana traz o passo a passo de receitas originais, como estrogonofe de shitake, queijo de castanhas e tofu, torta de grão-de-bico com recheio de guacamole, quiche proteica com homus de abóbora, feijoadinha, farofa de couve-flor, entre outras. Sobremesas saborosas não faltam à mesa de Alana, que criou até um bolo de chocolate vegano com calda, um pudim de caramelo e uma mousse de creme de avelã.

Informações encontradas em seções como Lista de Compra, Temperos Mágicos, Introdução sobre os Demolhos e Preparo de Alimentos-Base dão segurança na hora de cozinhar e facilitam a rotina na cozinha. Os ensinamentos ajudam a explorar cada alimento, aproveitando por completo seus benefícios.

Alana também incluiu no livro dicas de cuidados de beleza e de limpeza ecológica e natural. São máscaras tônicas para pele oleosa, seca e sensível, desodorante, pasta de dente, antifrizz e leave-in para o cabelo, entre outras fórmulas que levam apenas ingredientes naturais. Para a manutenção da casa, são indicados produtos que poupam o meio ambiente, o bolso do consumidor e a saúde.

Autora: Alana Rox 
Editora: Globo Estilo 
176 páginas





Sucesso nas vendas – e nas mesas –, o Festa Vegetariana, livro de receitas da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), está agora em sua terceira edição! Entre as novas gostosuras, o livro tem “bacalhoada” de soja, crepe com leite de arroz, polenta com bolonhesa de shitake, chocotone e sorbet de morango com baunilha e chá-verde.

Cada capítulo traz sugestões de pratos principais elaborados, com direito a entradinha, sucos e sobremesas de dar água na boca. São dezenas de receitas de pratos éticos, estéticos, saudáveis e, sobretudo, saborosos - para carnívoro nenhum botar defeito. Recheado com mais ingredientes, o capítulo Lista de Compras ainda facilita a vida de iniciantes - e até mesmo de cozinheiros experientes.

Autor: Diversos
116 páginas




Um guia para preparar ingredientes básicos veganos, esse livro é essencial para quem deseja evitar produtos industrializados, cheios de aditivos químicos, de maneira muito prática. Tome as rédeas da sua alimentação e prepare você mesmo gostosuras como iogurte, leites, manteiga, queijos (tudo sem lactose!) e opções para substituir a carne, como linguiça vegana, almôndegas de lentilha, nuggets, pepperoni, bolinhos e muito mais. Além disso, deixe pronto em sua despensa delícias que facilitam o dia a dia, como misturas prontas para panquecas, bolos e sopas, massa para pizza, biscoitos e macarrão, e condimentos que trazem mais sabor ao prato, como mostarda, ketchup, maionese e molhos. Os métodos desenvolvidos por Miyoko Schinner fazem a comida de verdade ser rápida, prática e saborosa para quem quer um jeito mais natural, fresco e saudável de comer e viver. 

Autora: Miyoko Schinner
Editora: Alaúde 
224 páginas



Esse livro foi elaborado especialmente para você que, por algum motivo, quer se tornar um ser mais livre, natural, saudável e evoluído. Além das mais de 200 receitas vegetarianas que tornarão a sua vida muito mais saudável, você encontrará nele informações sobre a filosofia que está por trás do estilo de vida vegetariano, que exclui o consumo de carne, leite e seus derivados ou qualquer outro produto que provoque o sofrimento ou a morte de animais. 

Você também vai encontrar um breve esclarecimento sobre os produtos industrializados, cujo consumo ainda impera em nossa sociedade. Esperamos que Lar Vegetariano seja para você mais do que um simples livro de receitas; que seja um aliado que possa enriquecer a alimentação da sua família e fortalecer a sua confiança no maravilhoso estilo de vida vegetariano. 

Algumas receitas que você vai encontrar no livro: espetinhos grelhados ao forno, medalhão de tofu, pão-de-ló de chocolate, pastel assado, pizza, pudim de leite condensado de soja, recheios para tortas e panquecas, saladas de maionese vegetal, sopa de ervilha, torta de batata com salsicha vegetal e muito mais! 

Nós somos o que comemos! 

Autores: Ivonete do Amaral Dias Nakashima, Aparecida Alves Freires Teixeira e Paulo Cesar Alves Nakashima
Editora: Cultrix         
175 páginas




Que nozes, castanhas, amêndoas e avelãs são alimentos poderosos, todo mundo já sabe. Mas que elas também são ingredientes muito versáteis na cozinha - a ponto de se transformarem em leites, manteigas, pastas, cookies, barrinhas e sorvetes - é o que os leitores vão descobrir com esse livro. Em mais de 60 receitas, a blogueira de sucesso Melissa King apresenta receitas caseiras de leites e manteigas vegetais muito mais gostosas e nutritivas do que as versões industrializadas disponíveis no mercado. No livro, o leitor aprende, por exemplo, a fazer leite de amêndoas, manteiga de amendoim e pasta de avelã com chocolate, apenas para citar três produtos muito procurados nos supermercados e cujo preço assusta muitos consumidores. 

Autora: Melissa King
Editora: Alaúde 
223 páginas

[Veja algumas receitas de leites vegetais também aqui em nosso blogue!]






O livreto, produzido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), tem tudo para atender a uma grande demanda do mercado e da sociedade. Tanto vegetarianos quanto pessoas com intolerância à lactose ou alérgicas à proteína do leite vão se beneficiar com as receitas de leites e queijos feitos com castanhas e outros ingredientes do reino vegetal.

A maioria das receitas é simples e requer ingredientes baratos e fáceis de encontrar. O resultado são leites, queijos, pastinhas, vitaminas e outras gostosuras saudáveis, que podem ser preparadas em casa ou mesmo como atividade culinária nas escolas.

Autor: Diversos
36 páginas

[Veja algumas receitas de leites e queijos vegetais também aqui em nosso blogue!]





Esse livro traz pratos inspirados pelos melhores ingredientes que a natureza pode oferecer. Aqui, os produtos do campo saem do trivial e ganham ares elegantes, e cada preparação é uma experiência única. São 50 receitas veganas de entradas, pratos principais, acompanhamentos, lanches, petiscos e sobremesas, além de bebidas e coquetéis diferenciados. O livro também ensina como incrementar os pratos usando sabores naturais, mostra como montar o prato ideal, dá dicas de organização e uma lista de utensílios básicos para equipar a cozinha. Além disso, várias receitas trazem conteúdo digital exclusivo: QR codes com links para incrementar os pratos ou GIFs que ilustram etapas do preparo para facilitar a vida de quem não tem intimidade com as panelas. 

Autora: Julia Guedes
Editora: Alaúde 
144 páginas



Com mais de 50 receitas veganas inéditas, o primeiro livro do famoso blogue Tempero Alternativo ensina pratos fáceis e práticos para o dia a dia. Traz a seus milhares de seguidores novas opções para todas as refeições, muitas acompanhadas por conteúdo digital extra, como QR codes que indicam variações na receita ou GIFs que mostram fotos de algumas etapas do preparo. No livro, a brasilidade imperou na escolha dos pratos – tem feijoada, bobó, cuscuz e manjar – e dos ingredientes: maracujá, jabuticaba, açaí, mandioca e palmito. Ele também traz receitas básicas para ajudar a planejar o cardápio e duas receitas extras para incrementar os pratos. Tudo é de dar água na boca e chega para o leitor do mesmo jeitinho que no blogue: com humor, simplicidade e receitas muito bem explicadas. 

Autor: André Fronza
Editora: Alaúde 
144 páginas




As receitas desse livro conseguem a façanha de reunir todo mundo – desde os amantes de churrasco até os vegetarianos mais estritos – ao redor da mesma mesa para desfrutar de refeições apetitosas e inspiradoras, inteiramente à base de vegetais. 

Seja para cozinheiros de primeira viagem que querem preparar refeições sem carne em poucos minutos, seja para os pais e donas de casa tarimbadas, o livro desmitifica a culinária vegana e a eleva ao status de gastronomia. Com esse livro, vai ficar muito fácil encontrar receitas saborosas e saudáveis para agradar a todos. 

Autora: Ann Gentry
Editora: Alaúde 
254 páginas



Nesse livro, Marie Laforêt, blogueira vegana e fotógrafa apaixonada por alimentos orgânicos, traz 25 versões para clássicos como feta, gouda, muçarela, cheddar e muito mais, para fazer em casa a partir de ingredientes comuns, como tofu, castanha-de-caju, soja orgânica, amêndoas e tremoço. Ela ensina a preparar, coalhar e enformar a massa para que você possa degustar em casa queijos sempre frescos, sem lactose e sem produtos de origem animal. Amplamente testadas, as receitas desse livro são deliciosas e muito nutritivas, pois contêm alto teor de cálcio e gorduras saudáveis. 

Autora: Marie Laforêt 
Editora: Alaúde 
72 páginas

[Veja algumas receitas de queijos vegetais também aqui em nosso blogue!]





São mais de 50 receitas descomplicadas e saborosas da culinária vegana, entre prato principal, sobremesa e entradinhas, incluindo a famosa coxinha de jaca. O livro oferece também um estudo sobre o veganismo, dicas para uma despensa vegana e informações sobre diversos alimentos. É um guia completo não só para os adeptos da culinária vegana, mas os que pretendem mudar ou melhorar seus hábitos alimentares e não encontram apoio em receitas simples e saudáveis. 

Autor: Roberto Juliano 
Editora: Sesi-SP
132 páginas



A missão desse livro é ajudar você a preparar pratos saborosos sem carne, com ingredientes frescos, para o dia a dia. A maioria das receitas não precisa de mais do que 30 minutos para ficar pronta, e mesmo as mais demoradas são práticas, pois permitem que você tenha tempo livre enquanto os ingredientes cozinham em fogo baixo ou douram no forno. São ensopados quentinhos e saladas fresquinhas, sanduíches que valem por uma refeição e refogados que alimentam um batalhão, receitas para o café da manhã e também para o almoço de domingo, e muito mais. Completam a obra dicas para organizar a despensa, técnicas para diferentes cortes de tofu e sugestões para substituir os alérgenos mais comuns. 

Autora: Isa Chandra Moskowitz 
Editora: Alaúde 
320 páginas




Pensando em incentivar todos a refletirem sobre a maneira como tratamos o reino animal e buscando colocar à disposição de todos formas de estar em harmonia com esse reino, que tanto sofre neste planeta, esse livro traz 72 receitas sem ingredientes de origem animal.

São receitas fáceis e muito saborosas, para auxiliar os que buscam se transformar: wrap de pesto de pimentão, taco, pavê de beijinho com geleia de morango, lasanha de abóbora, hambúrguer de grão-de-bico, pão de "queijo", queijo vegetal, entre outras.



Se você ama queijos, não vive sem churrasco e morre de tédio só de pensar em saladas, esse livro vai mudar todos os seus conceitos. Talvez você pense que ser vegano é muito difícil, mas a blogueira norte-americana Kristy Turner mostra que é mais simples do que parece. Ela ensina que não só é possível se alimentar bem sem carne, sem ovos e sem laticínios, como também é muito gostoso e prazeroso. Com comentários divertidos e incentivadores, a autora apresenta 125 receitas que agradarão ao paladar de todos, desde quem quer diminuir o consumo de carne ou quem é alérgico a ovos ou lactose até quem segue a tendência mundial de eliminar de vez da dieta os produtos de origem animal. 

Autora: Kristy Turner
Editora: Alaúde 
320 páginas




Finalmente no Brasil o livro de receitas mais desbocado do mundo, perfeito para quem quer cozinhar mais e melhor, mas não consegue ir além do básico. Com mais de 100 receitas sem carne ou produtos de origem animal, o livro mostra como derrubar o reinado do micro-ondas e destruir o império da comida pronta congelada. Além de se deliciar com sanduíches, saladas e molhos turbinados com grãos e verduras, você vai aprender iguarias mais sofisticadas, como massas, tortas e sobremesas, ensopados maravilhosos e petiscos muito originais para acompanhar sua bebida predileta. Escrito em linguagem escrachada, desbocada e divertida, Vegano sem Frescura mostra que todo dia é dia de comer bem. 

Autor: Thug Kitchen
Editora: Alaúde 
240 páginas


E então? Agora é mãos à obra!

E lembre-se sempre:




*Paulo Furstenau é jornalista voluntário da Associação Natureza em Forma

Fotos e desenhos: Reprodução