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Professora 'adota' sapo que perdeu movimento das patas após ser mordido por seu cão

Professora Arlete Falco e o sapo Eustáquio  


A professora aposentada Arlete Falco, de 64 anos, “adotou” um sapo que perdeu o movimento das patas traseiras na casa onde ela vive, em Itumbiara, na região sul de Goiás. Arlete conta que o anfíbio já fazia companhia para ela há dias, aparecendo na frente da casa, até que, em 12/10/2018, pareceu não conseguir se mover. Segundo ela, um dos cachorros da casa, o labrador Teddy, mordeu o bichinho e, se sentindo responsável, passou a cuidar dele.

“Esse sapo vinha e depois sumia. Descobri que ele estava saindo do cano da água da chuva do fundo da casa. Como ele chegava lá na frente da casa é que é um mistério. Até que ele sumiu e eu já estava dando como morto. Até que meu filho, que mora em Bauru, veio e viu ele saindo. Vimos que ele estava respirando, mas não estava conseguindo mover as patinhas. Ele colocou o sapo na parte a que o cachorro não tem acesso e estou cuidando dele”, conta Arlete.

Ela afirma que recebeu algumas sugestões de conhecidos para “se livrar” do bichinho e diz que não quis tomar essa atitude. “É um ser vivo. Acabou sendo uma adoção meio forçada, mas não tenho coragem. Ele foi vítima de um animal que é meu. Espero que ele se recupere logo. Sinto-me na obrigação de mantê-lo com um certo conforto para não ficar jogado à deriva até se recuperar”, completa.

Arlete falou e faz: ela organizou como pôde um cantinho especial na casa para manter o sapo bem tranquilo. Sobre um chão forrado com uma trepadeira, o anfíbio tem acesso a insetos que ela mesma coloca. Ele tem ainda proteção contra o sol, improvisada com uma antena antiga. A professora também molha o sapo todos os dias para mantê-lo úmido e combater um pouco o calor.

Ainda sem um nome oficial para o sapo, Arlete conta que deve batizá-lo de Eustáquio, acatando a sugestão da filha, que mora em Brasília. “Espero que ele se recupere e fique bom logo”, deseja a professora.

Sapo Eustáquio, que perdeu o movimento das patas 


O veterinário Diogo Baldrin, do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), diz que, pelas imagens, o sapo parece ser da espécie rhinella marina, também chamada popularmente de sapo-boi. Segundo o especialista, eles são bem comuns em Goiás e podem ser encontrados em casas e ruas - principalmente no início da época de chuva, quando começam a se reproduzir e se deslocam mais para se alimentar. No entanto, seria necessário um raio-x para saber quais são suas condições reais de saúde.

"Nessa situação, era preciso entender se houve ou não fratura, onde foi essa fratura, mas não tem como dar um diagnóstico visual. Geralmente, a gente precisa de um raio-X para entender o comprometimento total, se ele está comendo e defecando e como estão os órgãos internos. Então não dá para saber se ele vai recuperar os movimentos", conta.

O profissional avalia ainda que Eustáquio está sendo muito bem tratado pelas mãos de Arlete: “O melhor é manter como ela está mantendo. É bem atípica a atitude dessa senhora, mas acho que tem que ser mostrado para as pessoas terem consciência de que animal não é só cachorro, gato, cavalo. A gente tem que ter amor pelo ecossistema”.

Também conforme Baldrin, o sapo não é considerado venenoso e pode ser tocado, evitando só o contato com feridas. Ele afirma que, ao contrário do que muitos mitos pregam, os anfíbios dessa espécie não representam risco.

“Existem vários mitos. Esse líquido urticante, popularmente chamado de leite, até existe, mas não espirra. Pode ter contato com ele, sem ter feridas nas mãos que toquem nas glândulas. Com isso, não tem risco de as pessoas se intoxicarem”, afirma o veterinário.

Fonte: G1 

Fotos: Arquivo pessoal


Menina de oito anos arrecada ração em festa de aniversário e doa para abrigo


No dia de seu aniversário de oito anos, Ana Letícia dos Santos Pereira não quis saber de presentes. No lugar, ela pediu aos convidados que levassem um saco de ração. A ideia veio depois que ela e a tia foram visitar a ONG Apar, um abrigo para animais abandonados em Ibitinga (SP).

"Desde pequenininha, ela sempre demonstrou muito amor pelos animais, muito carinho. Por isso, resolvi levá-la para conhecer o abrigo e ver os animais que ficam lá", conta Anatalia Joana de Jesus, tia de Ana Letícia.

A dona de casa diz que, depois da visita, Ana Letícia não parou de falar em todos os bichos que viu e que ficou pensando em maneiras de ajudá-los.

"Ela me perguntou como poderia ajudar, já que não tinha dinheiro. Eu disse que teria que esperar para quando ela crescesse, trabalhasse e tivesse o próprio dinheiro", conta a tia.

Depois de um tempo com isso na cabeça, a pequena teve a ideia e resolveu pedir a ajuda da tia para enviar os convites. Neles, dizia que ela não queria saber de presente! Queria mesmo era ajudar os animais.

"Pedi para minha mãe fazer uma festinha para mim. Mas eu disse que não queria presente. Queria que eles trouxessem ração para eu dar para os cachorrinhos. Eu gosto muito de ajudá-los", conta a menina.

E deu certo! No dia da festa, 28 de agosto, todos os convidados contribuíram com um pacote de ração. No total, foram 180 quilos arrecadados pela pequena Ana Letícia. "Ela chorou muito quando viu tudo aquilo", conta a tia.

"Fiquei muito feliz que todo mundo trouxe a ração em vez de presente. Muito feliz mesmo porque aí pude ajudar os animais do abrigo", relata Ana.

Dois dias depois da festa, Ana Letícia e a tia foram até o abrigo da Apar para entregar tudo o que foi arrecadado. Patrícia Roncada, uma das voluntárias da ONG, diz que a ação da garota é motivo de esperança.

"É muito gratificante ver que existem crianças com essa consciência de que os animais têm sentimentos, que sentem dor, fome. Crianças como a Ana Letícia são o nosso futuro. Ficamos extremamente felizes com a ação", conta a voluntária.

"Sempre gostou de bichos"


Segundo a família, Ana Letícia sempre foi apaixonada pelos animais. Na casa onde mora, tem duas cachorras, a Fofinha e a Mili, e um gato, o Bugu [fotos acima]. "Ela é grudada neles, são melhores amigos. Desde que se conhece por gente, tem muito carinho", conta Anatalia.

Além disso, de acordo com a tia, a menina não mede esforços para ajudar animais que encontra na rua.

"Sempre que vamos no mercado, ela me pede para comprar um saquinho de ração. Quando dá, eu compro. E aí ela sai distribuindo para os cachorros que encontra na rua", conta.

O que Ana Letícia queria mesmo era poder levar todos para casa, porém, como isso não é possível, diz que ajuda como pode.

"Seria muito legal se eu pudesse pegar todos e cuidar. Mas aí não dá, então eu dou um pouquinho de ração para eles não ficarem com fome", conta.

E a generosidade com os animais não para por aqui. O sonho dela é, no futuro, poder ajudar cada vez mais bichos.

"Ah, eu quero continuar ajudando. Quando eu for adulta, vou continuar dando comida para todos", diz.

Fonte: G1 

Fotos: Arquivo pessoal 


Reação de gorila ao encontrar pequeno ser na floresta nos inspira a ser animais melhores


A ONG Ape Action Africa se dedica à conservação de espécies de primatas ameaçados. Seus voluntários costumam chamar os gorilas de gigantes gentis, e uma história recente envolvendo Bobo, o macho dominante de seu bando, provou que o título é mais que merecido.

Bobo tem 24 anos e vive no santuário da Ape Action desde 1996, quando foi resgatado. Em uma patrulha de rotina, a pessoa responsável pela área dos gorilas se surpreendeu ao vê-lo brincando docemente com um galago, um primata diminuto e de olhos grandes que costuma ter hábitos noturnos.

Se já é difícil ver um galago se movimentando em plena luz do dia, flagrar a interação com o gorila é ainda mais improvável – mas ela foi registrada em fotos e vídeo.

O filhote de galago mostrou não sentir medo de Bobo, correndo por seu corpo antes de sair pulando pela grama, para logo voltar às mãos do amigo. Os gorilas do bando de Bobo ficaram curiosos e tentaram se aproximar, mas ele os repeliu, fazendo questão de manter o pequeno galago seguro em suas mãos antes de levá-lo para uma árvore próxima, de onde ele partiu correndo para o meio da floresta.





Veja o vídeo aqui.

Fonte: Hypeness 

Fotos: Ape Action Africa

Motorista de BRT resgata cachorro que estava em pista e o adota


Um motorista do BRT no Rio de Janeiro atraiu a atenção de passageiros ao tomar uma atitude solidária na última semana.

Após ver que havia um cachorro abandonado na pista da Transolímpica, na zona oeste do Rio, ele decidiu parar o ônibus que dirigia e resgatar o animal. O momento foi registrado em vídeo pelos passageiros que estavam no coletivo.

"Saí da estação de Magalhães Bastos e vi, entre as brechas do concreto, que o cachorro estava deitado. Fui para a Vila Militar e, quando voltei, o cachorro estava na calha, assustado. Ali, próximo ao terminal, fiz a volta e o cachorro estava com medo, querendo pular. Pensei: 'Tenho que ajudar'. Tive a atitude de parar o carro e tentar salvar. É uma vida", falou emocionado o motorista Sílvio Gomes.

Ao contar a história para a esposa, Gomes disse que recebeu bronca por não ter ficado com o animal. Ele conta que levou o cachorro para um lugar onde o animal foi encaminhado para uma pet shop e recebeu os cuidados necessários.

Na última sexta-feira (12/10/2018), durante uma entrevista ao vivo no Bom Dia Rio, ele reencontrou o animal e decidiu adotá-lo. "Já pensei no nome: Olímpicos", disse o motorista emocionado. A escolha do nome, segundo ele, é em homenagem ao local onde o animal foi resgatado.

Fonte: G1 

Foto: Andressa Gonçalves / TV Globo 

Noivos pedem ração de presente de casamento e doam arrecadações para ONG

Karina e Hector


Muitas pessoas se solidarizam com causas relacionadas aos animais. É o caso de Suellen Fiori (28 anos) e Rafael Fiori (30) e Karina de Lima Cardoso (26) e Hector Enrico Cardoso (30), casais da cidade de Salto (SP) que decidiram pedir de presente de casamento rações para serem doadas para a ONG ASPA (Associação de Socorro e Proteção aos Animais) de Itu, em São Paulo.

Suellen conta como começou sua aproximação com a entidade: “A gente tinha uma cachorra há anos e ela veio a falecer por conta da idade. Ficamos muito tristes. Vi, numa postagem da ASPA [no Facebook], uma cachorrinha de 45 dias, mas era um sábado e já tinha fechado. Daí pegamos duas, a Luma e a Lana, que estão com um ano e sete meses”.

Ela também comenta sua paixão pelos animais e o bonito gesto. “É uma sensação inexplicável. Vi os cachorrinhos, o amor que eles têm. Pra gente, foi uma bênção de Deus, porque pudemos fazer isso. Não arrecadamos tudo o que queríamos, mas pelo menos a gente fez a diferença”, finaliza Suellen sobre as doações.

Já Karina relata que conhecia a ONG há seis anos e considera “um trabalho muito sério e bonito”. “Na época, eu e meu marido estávamos noivos e conversamos muito sobre o que seriam os presentes. E decidimos trocar a lista de presentes pelas rações”, conta. “Foi uma forma de retribuir ao universo as coisas boas que estávamos recebendo. Foi uma corrente do bem”, encerra.

Fundadora da entidade, Patrícia Gollitsch Daunt se emocionou com as doações. “Fiquei tocada pela iniciativa e pelo amor com que eles organizaram tudo! Tivemos um retorno enorme e mais pessoas estão motivadas a doar”, expressa a protetora sobre a ação dos casais, que arrecadaram para a ASPA 665 kg de ração. Os donativos foram entregues por Suellen e Rafael em 21 de julho e por Karina e Hector em dezembro de 2017.

A ASPA foi fundada em 2006 por Patrícia e sua mãe, Thereza. A missão da ONG é socorrer, abrigar, recuperar e promover a adoção e guarda responsável dos animais. 

Suellen e Rafael



Fotos: Arquivos pessoais

Cadela paraplégica ajuda a cuidar de cães na clínica onde vive

Vitória chegou sem o movimento das patas traseiras após ter sido 
abandonada e atropelada por um ônibus 


Os animais não cansam de dar aos humanos lições sobre amor e empatia. A cadela Vitória é certamente mais um desses comoventes casos. Residente e mascote de uma clínica em Osasco, na Grande São Paulo, ela, que não tem o movimento das patas traseiras, costuma ajudar outros cachorros internados e conforta os que estão em seus momentos finais.

“Quando a Vitória para na frente de algum animal e fica olhando fixo, já sabemos que tem algo acontecendo”, conta Simone Regina Pereira de Godoy, sócia da clínica. “Já tivemos diversos casos em que ela deita junto do cão e fica com ele até o fim, como se estivesse confortando o animal na hora de sua morte”, conta ela, que acredita na sensibilidade aguçada dos animais. “Ela sente. É como se fosse acompanhar o animal em sua partida”, diz.

Em casos de internação não tão graves, a cadelinha também tem um papel importante: estimular a recuperação do doente. “Quando percebe que o bicho está melhorando, Vitória começa a chamar para brincar, leva brinquedo”, conta Simone. Os tutores dos animais internados aprovam a interação – e agradecem com presentes. “Eles entendem o papel dela aqui e costumam trazer comida e brinquedos.”

O papel de cura que Vitória desempenha é físico e também emocional. Negão, de oito anos, é um exemplo de como a amizade pode ajudar a curar as feridas do abandono. “Ele chegou aqui paraplégico e muito bravo”, lembra Simone. Assim como Vitória, o cão foi abandonado e atropelado – e perdeu o movimento das patas traseiras.

Vitória é muito amiga de Negão, um cachorro idoso e muito rabugento 
que ficou mais sociável após conhecer a cadelinha 


Vitória, então, passou a chamar o amigo para brincar e dormir com ele sempre que havia uma chance. Negão nunca deixou de ser um senhor rabugento, mas a convivência com a cadelinha ajudou a amenizar seu mau humor. Hoje, os dois continuam a dividir o colchão em cochilos durante o dia.

Outro morador da clínica que recebe a atenção de Vitória é Cidão, um cão idoso com poucos movimentos nas patas que chora bastante por ser muito carente. A cadelinha costumar dormir com ele para acalmá-lo.

A compaixão de Vitória também foi direcionada a Valente, um cão que chegou no início de 2017 à clínica com fraturas e traumatismo craniano após um atropelamento. Embora tenha falecido alguns meses depois, ele foi confortado por Vitória durante todo o tempo em que esteve internado.

A cachorrinha foi resgatada pela ONG Associação Eu Sou Pró-Animal, que atua em Osasco e na Grande São Paulo em resgates de animais abandonados e vítimas de maus-tratos. Até hoje, a entidade já conseguiu ajudar mais de mil animais.

Diretora da ONG, Andrea Mussato relata que Vitória vivia em uma casa com mais dois cachorros e um senhor idoso. Quando seu tutor faleceu, a família colocou os três animais na rua. Eles sobreviveram com a ajuda dos comerciantes da região, que ofereciam comida todos os dias.

Um dia, porém, enquanto brincava na rua, ela foi atropelada por um ônibus. As mesmas pessoas que a alimentavam não aceitaram a eutanásia, sugerida pelo veterinário que a socorreu, e voltaram para casa com Vitória e uma mera receita de analgésicos.

Bastante machucada e já sem movimentar as patas por conta de uma lesão na coluna, Vitória foi tratada como deu. “Eram pessoas humildes e fizeram o possível. Construíram uma espécie de barraco para ela ficar abrigada da chuva e cuidaram dos machucados”, conta a diretora da ONG.

Quando foi resgatada, Vitória vivia em um pequeno barraco construído para abrigá-la 
depois que foi atropelada e perdeu o movimento das patas traseiras


Vitória passou sete meses ali dentro, sem quase nunca sair. Foi quando a ONG a encontrou, em meados de 2016. “Foi por acaso. Estávamos entregando algumas casinhas para animais de rua e vimos o barraquinho onde ela vivia”, lembra Andrea.

A cachorrinha passou por diversos especialistas e até uma cirurgia, já que havia uma chance de recuperar os movimentos. A ONG, que depende de doações para sobreviver, realizou várias campanhas para bancar os custos altos do tratamento. A demora no tratamento da lesão, no entanto, foi determinante: como a fratura já havia calcificado de forma errada, não havia muito mais a ser feito.

Como cachorrinha especial, Vitória dificilmente seria adotada

Por conta de seu quadro grave, Vitória ficou hospedada na clínica enquanto recebia os tratamentos para seu quadro. Paraplégica e sem raça definida, no entanto, ela não teve nenhum interessado em adotá-la.

Mas o que poderia ser uma história triste tem um final feliz. Vitória fez da clínica sua casa. “Ela é nossa estagiária, meu grude”, brinca a veterinária Raíssa Garib Pacheco do Amaral, uma das profissionais da clínica preferidas de Vitória. “Aqui ela tem contato com gente 24 horas, é mimada, ganha comida e brinquedos. É a casa dela”, diz.

Mesmo sem o movimento das patas traseiras, Vitória é muito alegre e gosta de brincar 
com toda a equipe da clínica onde vive, em Osasco, na Grande São Paulo 


Raíssa conta que Vitória está tão à vontade que sabe o ritmo da clínica. “Quando vamos examinar algum animal, ela fica na sala observando tudo”, afirma. “Mas, quando o caso é grave e temos que fazer procedimentos de emergência, ela sai da sala e nos deixa trabalhar. Ela simplesmente sabe o que fazer na hora certa”, diz.

Além de ajudar a cuidar dos animais que ali permanecem internados, Vitória também é importante para levantar o ânimo de quem trabalha na clínica. “Ela é a alegria do lugar. Aqui pode ser pesado às vezes, vemos muitas pessoas chorando. A Vitória nos anima nos dias difíceis, ela nos dá motivo para rir”, diz a veterinária.

Fonte: Estadão 

Fotos: Andrea Mussato


Voluntários constroem ‘condomínio' para gatos abandonados em São Luís


Um grupo de voluntários construiu um conjunto de "residências" para gatos abandonados em São Luís, no Maranhão. O Sítio dos Gatos, como passou a ser chamado, abriga provisoriamente animais que foram abandonados às margens do rio Bacanga, no bairro Areinha. Atualmente, 150 animais recebem os cuidados do grupo.

O "condomínio" conta com três casas de madeira com placa, pintura, brinquedos e até redes para os bichanos. As duas maiores casas separam os gatos grandes dos menores, enquanto uma terceira casa, menor, chamada de maternidade, abriga atualmente duas fêmeas que tiveram filhotes recentemente.

A ideia de construir um 'sítio' para animais nasceu de um grupo de quatro voluntários sensibilizados com a situação dos gatos à beira do rio. Muitos deles morriam quando a maré enchia.

"Antes, o local era só mangue e morria muito gato, principalmente filhotes. Eles ficavam atolados na lama, a maré enchia e levava os bichinhos afogados. Por conta disso, eu e três protetores tomamos a iniciativa de acimentar, murar e construir casinhas novas para dar dignidade a eles", declara a protetora de animais Teresa Torres.

Segundo o grupo, o esforço é um paliativo para remediar o crime de abandono. A protetora de animais Alessandra Pereira também defende a castração para evitar a superpopulação de gatos: “O importante mesmo é você focar a castração. Quando você ama seu animal, você castra, porque evita aumentar o índice de abandono”.

O projeto também exige dedicação. Conseguir comida, remédios e castrações não é tarefa fácil para o grupo, que faz uso de recursos próprios para manter o local limpo, seguro e com comida. Por mês, 14 sacos de ração são necessários para alimentar todos os animais.

Uma das gatas que ganhou o lar temporário foi batizada de Felicidade, e estava com cortes graves no pescoço quando foi encontrada. Os cuidados diários são feitos pelo voluntário Ornir Farias, que tenta conseguir um lar para cada gato.

“Passo o dia alimentando, passando medicação neles quando estão doentes, promovendo adoção e sensibilizando as pessoas para não colocar animais aqui porque está bonito, mas é um lugar de abandono”, conta.


Felicidade é uma das gatas que moram provisoriamente no Sítio dos Gatos (Foto: TV Mirante)


Fiscalização

Para evitar que pessoas comecem a colocar ainda mais animais no local, o grupo resolveu montar uma equipe de fiscalização permanente. Além de estarem presentes todos os dias no sítio, duas câmeras monitoram 24 horas o local.

“As pessoas que, de hoje em diante, vierem abandonar animais aqui serão reconhecidas, denunciadas e nós vamos tomar providências porque não queremos abandono aqui”, afirma Teresa Torres.

Fonte: G1 

Fotos: TV Mirante


Leia também: Empresário compra casinhas de cachorro para abrigar animais de rua em Porto Alegre 

Empresário compra casinhas de cachorro para abrigar animais de rua em Porto Alegre


Todas as noites, o empresário Arlindo Paludo, 71 anos, alimenta os cinco cachorros de rua que perambulam pela avenida Severo Dullius, na zona norte de Porto Alegre (RS). Com a chegada do inverno, eles passaram a se abrigar embaixo da marquise da empresa que Paludo administra. Por isso, ele decidiu comprar uma casinha de madeira para cada um dos cães, que, desde o último dia 12 [julho de 2018], têm um lugar quentinho e aconchegante para passar a noite.

Os abrigos custaram R$ 800 ao todo e foram colocados lado a lado na rótula da avenida, onde os animais costumam brincar durante o dia. Além de terem um lugar novo para morar, eles continuam perto da firma de Paludo, que se tornou uma espécie de padrinho dos vira-latas.

"Eu os via pelo prédio pedindo água e ração, então decidi encomendar umas casinhas. Eles são uns queridos. Está chovendo cachorro abandonado na cidade. Se continuar assim, vou ter que colocar mais algumas casinhas por aqui", diz o cachorreiro, que também é tutor de dois cachorros: a Cacau e o Gordo.

Paludo não faz ideia de quem sejam os tutores dos cães, que vagam pela região há alguns meses. O palpite é que eles tenham sido abandonados durante a remoção das famílias da Vila Dique para as obras de ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho – entre 2009 e 2012, 922 famílias foram transferidas para uma nova comunidade próxima ao Porto Seco, chamada Porto Novo.

A solidariedade aos animais faz parte do dia a dia do empresário desde a juventude. No porta-malas do carro, sempre há um pacote de ração para distribuir comida aos cachorros encontrados pelas ruas. Todos os meses, ele também ajuda o Cãodomínio do aposentado Paulo Roberto Giglio, 65 anos, mais conhecido como Paulinho da Filler, que abriga 141 cães em Capão da Canoa.

"Seu Paludo é fantástico. Há uns bons anos, ele parou do nada aqui e me deu um dinheiro pra ajudar a manter o sítio. Só eu sei o tamanho do coração dele, virou meu anjo da guarda", diz Paulinho.

"Ajudar quem não tem condições faz parte do DNA do ser humano. Se cada um fizesse sua parte, o mundo ficaria tão mais fácil. O que vale é ficar de bem com a vida", acredita Paludo.



Fonte: Gaúcha ZH 

Fotos: Agência RBS 

Estudante argentino produz gratuitamente próteses para cachorros amputados


Alejandro Colli montou uma impressora 3D em sua casa para fabricar próteses para cachorros amputados na Argentina. O jovem estudante de engenharia não tem planos de transformar a ação num negócio lucrativo.

Ele deseja apenas que esses animais tenham uma vida digna e, por isso, doa as próteses, em vez de vendê-las. Não é à toa que Colli ganha mais admiradores a cada dia – o jovem compartilhou o empreendimento no Twitter e, poucos dias depois, a postagem viralizou.

“É incrível o que as pessoas te agradecem. Ver um cachorro voltar a caminhar normalmente é algo que não tem preço, para não falar da felicidade dos tutores. Eles me agradecem, mas não precisam agradecer”, disse Colli, em entrevista para o jornal Clarín.

O rapaz começou a assistir tutoriais de próteses para cães no YouTube por curiosidade. “Depois me dei conta de que era capaz de fazer”, relembra. Então, em 2017, o estudante do Instituto Stella Maria iniciou a produção de próteses para cachorros amputados.


Cada prótese demora um dia e meio para ficar pronta – a impressora 3D leva três horas para imprimir cada uma das peças. O custo de cada prótese é de 300 pesos argentinos (cerca de 45 reais). Um número que chama atenção: em alguns lugares, a prótese para cães amputados chega a custar 20 mil pesos (três mil reais).

Por enquanto, o dinheiro para fazer as próteses sai do bolso de Colli, mas sua ideia, num futuro próximo, é conseguir financiamento para poder fazer mais próteses gratuitas. Até lá, ele segue trabalhando voluntariamente para ajudar mais cachorros a sorrirem novamente.


Fotos: Arquivo pessoal 


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Leia sobre dois exemplos semelhantes de amor aos animais no Brasil:


Gatos têm abrigo improvisado em meio à destruição da guerra na Síria


Aljaleel mantém imóvel uma gata para que possa ser examinada. Apaixonado por felinos, o sírio de 34 anos criou numa zona rebelde de seu país em guerra uma clínica improvisada para atender esses animais.

Desde 2017, o abrigo para gatos e sua pequena clínica, em Kafr Naha, na província de Aleppo, abrigou centenas de gatos, além de outros animais.

“Se quiser mostrar compaixão pelas pessoas, comece a ter compaixão por outros seres vivos”, declara Mohammad Alaa Aljaleel, que batizou seu centro de “Ernesto”, nome de seu gato favorito.

Aljaleel, que cresceu em Aleppo, a segunda maior cidade do país, era eletricista antes da guerra, em 2011. Ele explica que, naquela época, ia aos açougues para recuperar os restos de carne e distribuí-los entre os gatos abandonados do bairro.

Quando a guerra começou, virou motorista de ambulância, uma atividade que não o impediu de continuar alimentando os gatos.

À medida que o conflito avançava, com a cidade dividida entre a zona rebelde e a zona do governo, muitos habitantes fugiram e abandonaram seus animais de estimação.

“O homem dos gatos”

Apelidado rapidamente de “o homem dos gatos de Aleppo”, ele acabou recolhendo 170 gatos.

Entre doações de amigos e de amantes dos animais, especialmente estrangeiros, Aljaleel criou sua primeira clínica para gatos.

Mas, no final de 2016, o regime intensificou os bombardeios contra os bairros rebeldes e acabou assumindo o controle de toda a cidade.

“Nós fugimos de um bairro para outro e depois deixamos a cidade”, lembra.

Determinado a não deixar para trás todos esses animais, ele conseguiu, com a ajuda de amigos, levar 22 gatos para fora da cidade.

Entre eles, Sukhoi, apelidado com o nome dos aviões de combate da Rússia, aliada do regime de Bashar al-Assad. “Como um Sukhoi, ele deslizava entre os outros gatos e conseguia roubar a comida”, explicou ele à AFP.

Aljaleel se estabeleceu no início de 2017 em Kafr Naha, onde criou um novo centro que acolhe, no momento, 18 gatos. Além de duas copiosas refeições por dia, os felinos recebem os cuidados do veterinário da clínica.

E a acolhida não se limita aos gatos. “Tratamos todos os tipos de animais gratuitamente: cavalos, vacas e até galinhas”, explica.

A clínica, que recebe financiamento por meio de campanhas participativas, já realizou sete mil procedimentos médicos gratuitos em menos de um ano.

No meio da guerra

Os clientes se surpreendem com a qualidade do tratamento. Um deles, Mohamad Watar, foi ao centro com seu gato, que sofria uma intoxicação alimentar.

“Fiquei muito surpreso em ver um projeto como esse num contexto de guerra”, diz. “Eu os vi cuidar de vários tipos de animais, é realmente extraordinário.”

A guerra, contundo, continua próxima: no edifício principal do centro veterinário, há marcas dos tiros trocados entre rebeldes e as forças pró-regime.

Além disso, no mês passado, uma criança ficou ferida ao ser atingida por tiros perto da clínica, segundo a página no Facebook em inglês do centro.

A guerra na Síria já causou mais de 350 mil mortes e milhões de deslocamentos.

Fonte: IstoÉ 

Foto: Facebook / Reprodução


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

1. Leia o que já publicamos sobre o "homem dos gatos de Aleppo":



Mulher resgata abelha sem asas e elas se tornam amigas


Parece que estamos falando do longa de animação Bee Movie (2007), mas a história é real e aconteceu na Escócia. Na última primavera, a bibliotecária Fiona Presly teve uma atitude que poucas pessoas teriam. Enquanto cuidava de seu jardim, ela encontrou uma abelha-rainha se arrastando por suas plantas. A surpresa foi que o animal não tinha asas. Com poucas chances de viver, Fiona resgatou a abelha e criou um minijardim fechado para cuidar do bichinho.


Toda vez que Fiona parava no jardim, a pequena amiga surgia para cumprimentá-la. Parece até brincadeira, mas não é. Além disso, as abelhas têm uma expectativa de vida média de apenas 18 semanas, mas, com os cuidados de Fiona, ela sobreviveu algum tempo a mais. Quando chegou sua hora, a rainha deixou uma bela lembrança para sua heroína.






Fotos: Arquivo pessoal


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

As abelhas, assim como todos os animais, merecem nosso respeito e cuidados. Leia aqui matérias sobre a crueldade existente na indústria do mel, e entenda por que você não deve consumi-lo, assim como as demais secreções e carnes de animais. 

Ernst Götsch, o criador da verdadeira revolução verde

O agricultor e criador da agricultura sintrópica, Ernst Götsch 
(Foto: Agenda Gotsch / Life in Syntropy)



A fazenda de Ernst Götsch em Piraí do Norte, sul da Bahia, leva o nome de Olhos D'Água. O lugar é mesmo de fazer a vista marejar diante da exuberante mata, mas o nome faz referência às 14 nascentes que rebrotaram naquelas terras pelas mãos desse agricultor e pesquisador suíço de 69 anos. Quando Götsch se instalou na região, no início da década de 1980, aquela era a fazenda Fugidos da Terra Seca, uma área degradada que havia sido desmatada para extração intensiva de madeira e abertura de pasto e, depois, abandonada.

Profundo entendedor dos sistemas naturais, Götsch acordava às cinco da manhã de segunda a domingo para fazer sua revolução. Em um ano, plantou 500 hectares de florestas entremeadas com cacau, banana, hortaliças. Uma década depois, técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de Salvador se surpreenderam ao ver imagens aéreas da região e foram até lá entender o que acontecia nas terras do "gringo", como ele é conhecido. Do alto, o que se via era uma floresta densa, que escondia uma área agrícola altamente produtiva.

Vista aérea da fazenda de Ernst Götsch em Piraí do Norte, no interior da Bahia: 
vida abundante em área que um dia foi castigada pela seca e degradação 
(Foto: Agenda Gotsch / Life in Syntropy)


O sistema adotado por ele, batizado depois de agricultura sintrópica, regenerou a fertilidade do solo, reavivou as nascentes que tinham desaparecido e trouxe a chuva de volta, gerando um ciclo contínuo de renovação. Como isso foi feito? “Trabalhando junto com a natureza e não contra ela”, responde Götsch. “Com estratégias que se parecem com o modo de funcionar dos ecossistemas naturais.”

Esse conceito, explica, considera que todas as espécies são parte de um macro-organismo que funciona sob a lógica da cooperação e do amor incondicional à vida. “Nós, humanos, somos parte desse sistema”, diz. “Em vez de exploradores, podemos ser criadores de recursos.”

A técnica que une a agricultura e a floresta para revitalizar o ecossistema começou a se espalhar e atraiu interessados como Henrique Souza, dono da Fazenda Ouro Fino, em Jaguaquara, também na Bahia. Em 1995, quando cursava o primeiro ano da faculdade de agronomia, Souza ouviu falar do suíço que tinha um método de plantio parecido com o que ele idealizava. Nas férias de julho, rumou para Piraí do Norte, a 65 quilômetros de onde morava, para conhecer a iniciativa. “Não tive dúvidas de que aquele era o caminho que eu devia seguir”, conta.

Ernst Götsch virou seu orientador tanto na faculdade quanto em seu pedaço de terra. Acompanhado pelo mestre, Souza transformou sua propriedade em uma mata que dá a matéria-prima necessária para produzir polpas, frutas secas, mel*, farinha, sementes e mudas comercializadas por sua família. Tudo em um ambiente autorregulável, livre de fertilizantes e pesticidas, onde a natureza produz o adubo e a defesa de que precisa.

A poda de árvores e o depósito de material orgânico no solo têm um papel importante 
na agricultura sintrópica (Foto: Agenda Gotsch / Life in Syntropy)


As bolhas de vida

Levou 15 anos para que a agricultura praticada por Ernst Götsch fosse batizada como sintrópica. Mas o termo já fazia parte de seu vocabulário para explicar o potencial dos sistemas ecológicos quando são enriquecidos pela ação humana. “Cada planta precisa não apenas de solo, adubo e água, mas de condições microclimáticas para se desenvolver”, afirma o pesquisador. “Quando entendem isso, os agricultores criam ecossistemas biodiversos que oferecem para cada planta uma bolha de vida, dispensando o uso de veneno e adubo.”

Nas áreas degradadas, a recuperação é acelerada pelo depósito de matéria orgânica no solo. É comum ver Götsch com um facão nas mãos, podando e picando galhos que vão se decompor, desenvolvendo fungos e bactérias que ajudam a fixar nutrientes como o nitrogênio no solo.

O plantio de culturas agrícolas acontece junto com o de mudas e sementes de árvores. Elas vão crescendo, criando sombra e ajudando na restauração da fertilidade da terra. No máximo dois meses após a implantação, o agricultor já começa a colher verduras e legumes e, mais adiante, outros produtos, como abacaxi, milho e mandioca, gerando renda para investir na recuperação da área e no desenvolvimento de novas culturas.

O sistema foi desenvolvido por Ernst Götsch quando ele ainda morava na Suíça. Trabalhando com melhoramento genético em uma prestigiada instituição de pesquisa, a Zurique-Reckenholz, ele questionava se não seria mais produtivo melhorar as condições oferecidas às plantas, provocando o equilíbrio ecológico, em vez de torná-las geneticamente mais resistentes.

Depois de pedir demissão, ele passou alguns anos testando sua hipótese em solo europeu e recebeu convites para pôr sua descoberta em prática. Em 1979, Götsch ensinou métodos de agricultura sustentável em um projeto de acolhimento de refugiados nicaraguenses em Volcan de Buenos Aires, na Costa Rica, durante o período da guerra civil na Nicarágua.

Em 1982, terminado o conflito, ele veio ao Brasil prestar consultoria a um conterrâneo dono de uma área improdutiva na Bahia e comprou a Fugidos da Terra Seca, com planos de recuperá-la com o reflorestamento e a cultura de cacau. Hoje, sua fazenda exporta cacau orgânico de alta qualidade, por um valor quatro vezes maior que o do produto convencional.

Depois de anos aplicando seus conhecimentos em sistemas menores, o pesquisador passou a experimentá-los, com sucesso, na agricultura em larga escala. Uma propriedade que já colhe bons resultados é a Fazenda da Toca, do empresário Pedro Diniz. Em 2017, Götsch iniciou uma parceria com um grande produtor de grãos no município de Rio Verde, no sul de Goiás, que, depois de conhecer o trabalho na Fazenda da Toca, decidiu plantar 50 hectares de agroflorestas mecanizadas.

Götsch ministra curso para agricultores em Olot, próximo a Barcelona, na Espanha, em 2016 
(Foto: Agenda Gotsch / Life in Syntropy)


A cultura da regeneração

Ernst Götsch formou muitos agricultores que o ajudam a difundir o manejo sintrópico em várias regiões do Brasil e no exterior. Um deles é Sezefredo Gonçalves da Cruz, que conheceu o sistema em 1996. Naquele ano, Götsch fez um treinamento para agricultores do município de Barra do Turvo, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. A agricultura praticada ali era baseada na derrubada da plantação e queima dos restos no campo. “A gente trabalhava muito e destruía a terra com fogo e veneno”, lembra Cruz, hoje com 76 anos. “Em vez de lucro, tinha prejuízo e ficava cada dia mais pobre. O veneno matava os insetos, que eram chamados de pragas. Mas praga mesmo é o homem que quer acabar com a natureza.”

Com outros pioneiros da agricultura sintrópica na região, Cruz passou a ajudar agricultores a migrar para esse modelo. O impacto na renda das famílias, segundo ele, é visível. “A gente vive da floresta, colhe variedade e vê o valor de tudo o que a terra dá. A vida está aí. É só ter cuidado para manter.”

Veja abaixo o vídeo produzido pela Agenda Gotsch e saiba mais sobre a agricultura sintrópica.




Fonte: Believe Earth 


*NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Nossa ressalva sobre o texto é em relação à produção de mel. Leia aqui matérias sobre a crueldade envolvida contra as abelhas na apicultura, e não consuma esse produto.