SÉRIE QUEIJOS VEGETAIS - Receitas de catupiry e queijo americano de sanduíche


CATUPIRY

Sugestão de uso: em pizza vegana (leia nossa nota no final desta postagem)
(Foto: YouTube / Reprodução)


Ingredientes

1/2 xícara (equivalente a 25 unidades) de castanha de caju crua hidratada*

1 xícara de água quente

1/2 dente de alho

1 colher (sopa) de azeite

3 colheres (sopa) de suco de limão

1 + 1/2 colher (chá) de sal

2 colheres (sopa) + 1 colher (chá) de polvilho azedo passado na peneira


Modo de preparo

1. Bata todos os ingredientes no liquidificador por um a dois minutos;

2. Leve o líquido para uma panela em fogo médio e mexa constantemente até engrossar (cerca de dois minutos);

3. Espere esfriar e sirva.


Nota

*Para hidratar a castanha de caju, deixe de molho por oito horas ou ferva na água por cinco minutos.

Veja o vídeo.



Fonte: Viewganas



QUEIJO AMERICANO DE SANDUÍCHE


Ingredientes

Leite de tremoço*

Creme de leite fresco de castanha de caju crua** 

Corante alimentício na cor amarela*** 

1/4 colher (chá) de páprica doce (não pode ser a picante nem a defumada)

1/4 colher (chá) de alho em pó

1/4 colher (chá) de sal (ou a gosto)

Gotas de limão

1 colher (chá) de óleo vegetal

1/4 colher (chá) de polvilho azedo passado na peneira 

1 colher (sopa) de ágar-ágar


Modo de preparo

1. Coloque o leite de tremoço, creme de leite de castanha de caju, alho em pó, sal, páprica doce, limão e óleo em uma panela, misture e leve ao fogo alto;

2. Quando ferver, coloque umas gotas de corante amarelo até chegar na cor desejada;

3. Acrescente o polvilho azedo e mexa mais um pouco;

4. Por último, coloque o ágar-ágar e mexa por mais dois minutos; 

5. Coloque um pedaço de papel-manteiga na bancada e despeje o queijo sobre ele;

6. Com uma espátula, espalhe o queijo, deixando uma camada fina (mas não muito);

7. Deixe esfriar na temperatura ambiente;

8. Use um molde ou uma faca para cortar o queijo em quadrados;

9. Destaque os pedaços de queijo do papel-manteiga.


Notas

*1/4 xícara de tremoço em conserva sem a pele + 1/2 xícara de água – bata no liquidificador até ficar completamente liso e homogêneo;

**1/4 xícara de castanha de caju crua hidratada + 3/4 xícara de água – bata no liquidificador até ficar completamente liso e homogêneo. 

Para hidratar a castanha de caju, deixe de molho por oito horas ou ferva na água por cinco minutos;

***Procure se informar se os ingredientes e a empresa são veganos. O corante é um ingrediente opcional para dar a cor exata do queijo tradicional dos sanduíches de fast-foods americanos. Sua ausência na receita não altera o sabor do queijo.

Veja o vídeo.



Fonte: Viewganas

Foto: YouTube / Reprodução


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

1. A pizza que ilustra a primeira receita é de frango com catupiry. Sim, pizza vegana de frango vegano com catupiry vegano. Aprenda a fazer aqui.



Viewganas: uma entrevista com as youtubers veganizadoras de receitas

Brincadeira produtiva


Imagine que você está trancado em casa, sem nada para fazer: nenhum livro, sem televisão e muito menos internet para se distrair. A situação não parece animadora, certo? Para muitos animais, essa é uma realidade corriqueira. Para amenizar o tédio dos bichos, há diversas alternativas. Os chamados brinquedos funcionais (ou inteligentes) e o enriquecimento ambiental - oferecer coisas para que o animal tenha o que fazer - são maneiras de trabalhar o corpo e a mente de cães e gatos enquanto o tutor não está em casa. De quebra, os comportamentos nocivos, como destruição de móveis e agressividade, diminuem consideravelmente.

A especialista em bem-estar animal Karen Neves explica que os brinquedos funcionais são aqueles que ajudam o animal a solucionar algum “problema”. “Podem ser usados apenas para entretê-lo em dias tediosos, mas ajudam, principalmente, a estimular os sentidos, educar, adestrar e corrigir comportamentos indesejados”, enumera.

Geralmente feitos de material resistente, certos modelos permitem que os tutores coloquem ração e/ou petiscos dentro. Na hora de escolher, a especialista indica levar em conta a idade e o temperamento do animal, além da qualidade e procedência dos acessórios. “Filhotes na fase de dentição podem ser beneficiados com versões que possam ser congeladas e que ajudam a minimizar o desconforto da gengiva”, ensina. “Já cães idosos não conseguem morder objetos tão duros, então é melhor investir em versões mais macias.”

A vantagem dos brinquedos, segundo o veterinário Dalton Ishikawa, é que os animais conseguem pôr em prática o instinto de caça e procura por alimentos. “A gente resgata alguns comportamentos inatos, justamente para permitir que eles expressem seus comportamentos naturais”, detalha. Todo animal, de acordo com Ishikawa, tem quatro instintos básicos: sexual, materno, de caça e de fuga. Quando ele está acordado, o instinto que mais consome seu tempo é o da busca por comida, por isso faz bem associar essa necessidade à diversão.

Alternativas divertidas

O bem-estar mental do animal, segundo o profissional, é uma preocupação nova, mas tão importante quanto a saúde física. “Sem o mínimo de saúde mental, começam a explodir distúrbios de comportamento, como automutilação, ingestão de fezes e movimentos repetitivos. Isso é estresse crônico.”

O passeio “burocrático”, geralmente feito uma vez ao dia*, não é suficiente para garantir a qualidade de vida dos cães. “Todo mundo quer ter um animal de estimação, mas não percebe que, embora eles vivam em sociedade, estão sendo colocados em uma solitária de luxo”, avalia Ishikawa.

Veterinária especializada em medicina felina, Daniela Maciel explica que os bichanos também precisam de incentivos. Além do estímulo à caça, uma forma de manter os gatos entretidos é investir em objetos altos, como prateleiras e nichos de parede. “Gatos também gostam de se esconder, então caixas e túneis viram um ótimo entretenimento”, completa.

Ela acrescenta que o brinquedo deve ser escolhido com base na atividade que o tutor deseja proporcionar ao animal, de acordo com o estilo de vida e temperamento dele. “Um brinquedo funcional comum a cães e gatos é aquele que estimula o instinto de caça, porém, em alguns casos, pode ser contraindicado. Um bom exemplo disso são os lasers para gatos”, alerta. “Alguns acabam ficando mais ansiosos e frustrados por nunca conseguirem pegar a ‘presa’ de laser.”

Para o especialista em comportamento canino Rudinho Bombassaro, além de estimular os sentidos, esses objetos podem melhorar a saúde bucal dos animais. “Existem outros brinquedos que também são importantes porque fortalecem a dentição. São mais indicados para cães jovens, levando em consideração a troca dos dentes”, explica.

Outra questão importante, segundo o especialista, é que o tutor sempre assuma o lugar de líder da matilha”. Em outras palavras: o humano deve sempre começar a brincadeira. “Isso coloca o cão na posição de seguidor, e assim aumentam as chances de sucesso entre ele e seu tutor.” Um tutor jamais deve estimular uma disputa, uma vez que pode desencadear o senso de luta no animal. “Ele vai entender que, nessa condição, pode ganhar, gerando problemas comportamentais.”

Liziè mudou a casa inteira, com brinquedos funcionais


Tutora de sete cães e três gatos, a veterinária Liziè Pereira Buss, 35 anos, adaptou toda a estrutura de casa para melhorar o enriquecimento ambiental dos bichos. Ela conta que procurou informações em livros e na internet para descobrir a melhor forma de colocar os ensinamentos em prática. “No caso dos cães, o que mais faço é revezar a forma de oferecer a ração”, detalha. “Misturamos com fígado, coração e, às vezes, eles comem em garrafas pet com buracos. Também costumo jogar os grãos no chão, como fazemos com as galinhas.” Brinquedos com ração e petiscos dentro, além de ossos escondidos pelo quintal, completam a proposta de “caça” ao alimento. Diariamente, Liziè passeia com os cachorros e, uma vez por semana, os leva para praticar agility.

Para os gatos, Liziè adaptou alguns pontos da casa, incluindo prateleiras, passarelas, nichos nas paredes e arranhadores gigantes. O projeto, segundo ela, está 70% pronto. “Até a alimentação deles fica no alto. A única coisa que fica no chão são as caixas de areia.” Os brinquedos também são revezados: cada um fica até três dias com os gatos. “Trocamos sempre para que eles não percam o interesse”, justifica.

Há seis anos, Liziè trabalha com bem-estar animal. Desde que implementou as mudanças, ela conta que o comportamento e a felicidade dos companheiros melhoraram consideravelmente. “O cachorro deveria ter uma vida social tão rica quanto a de uma pessoa, conhecer outros cães, sair de casa todos os dias. Os animais não podem ser prisioneiros domiciliares.”

Vantagens do enriquecimento ambiental

> Diminuição dos comportamentos destrutivos, como mordidas em móveis, ansiedade por separação, automutilação e cropofagia (ingestão de fezes);

> Melhora da qualidade de vida do animal;

> Resgate de comportamentos naturais como a caça, essenciais para a manutenção da saúde mental do bicho;

> Estímulo de exercícios físicos e mentais.

Como usar os brinquedos funcionais

> No caso de acessórios que liberam alimentos, como as petballs, o ideal é colocar a quantidade diária recomendada de comida para cada cão. É possível, também, dividi-la em duas partes, oferecendo uma porção no brinquedo e a outra no comedouro. Ofereça essa opção sempre que o animal for ficar sozinho em casa. Assim, ele terá alimento disponível para o dia inteiro;

> Nas primeiras vezes em que for oferecer o brinquedo ao animal, esteja presente para observar como ele reage e para evitar acidentes;

> Se tiver mais de um animal, o ideal é ter um brinquedo para cada um, a fim de evitar disputas. Acompanhe as primeiras vezes para separar eventuais brigas;

> Para cachorros maiores e com muita energia, uma opção são os comedouros suspensos. Uma ideia é pendurar uma garrafa pet com ração dentro para que eles pulem para comer;

> O ideal é buscar o brinquedo certo para cada animal, considerando seu porte (pequeno/médio/grande) e o tipo de atividade que se deseja estimular;

> O brinquedo sempre deve ser específico para animais. Aqueles indicados para crianças ou menos resistentes podem ser destruídos e engolidos, causando sérias complicações.

Fonte: Blog Mais Bichos / Correio Braziliense

Fotos: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

*1. Cachorros devem ser levados para passear três vezes por dia.

2. Leia também:


Campanha para a Revista dos Vegetarianos é destaque internacional



Para promover a Revista dos Vegetarianos, da Editora Europa, a Mestiça Propaganda criou a campanha Palavras, que reforça a ideia de que o vegetarianismo é uma escolha, não uma imposição. Em tom bem-humorado, as peças usam palavras com lacunas de letras em aberto que, dependendo da escolha do leitor, mudam completamente o significado.

A campanha conta com cinco peças que levam às pessoas informações pertinentes sobre o tema, convidando-as a refletir sobre seus hábitos alimentares. A Revista dos Vegetarianos é uma publicação consagrada, voltada para os adeptos e futuros adeptos desse tipo de dieta.

Recentemente, essa campanha ganhou destaque ao ser selecionada no site internacional Best Ads on TV, na categoria Print. Também entrou para seleções importantes como Ads of the World, Coloribus, Adeevee e We Love Ads. As peças foram inscritas no Festival Internacional de Criatividade de Cannes, para concorrer na categoria Saúde e Bem-Estar.

Fonte: Inteligemcia

Imagem: Divulgação

Uma história bonitinha, mas há ressalvas


Tem sido notícia em diversos sites, como G1 e Uol, a história de um gato que há quase 10 anos frequenta (literalmente) a Fatec Rubens Lara, faculdade de Santos, no litoral paulista. 

Não, não se trata de um gato comunitário, daqueles que vivem nas ruas e são cuidados por diversas pessoas, como vizinhos ou membros de certo grupo de indivíduos, como alunos e funcionários de uma faculdade. Branco, como é chamado, tem endereço e tutora. 

E, conforme relata o Uol, o começo de sua história deve servir de exemplo para muitos humanos. Abandonado nas ruas ainda filhote, ele foi resgatado. Sua tutora conta que teve um câncer de intestino e o bichano foi seu grande companheiro de quimioterapia, ficando sempre a seu lado. 

Ela diz ainda que ia buscá-lo todos os dias na Fatec, quando ele começou a ir até lá, pois "sabia dos riscos que ele corria por estar na rua". E aqui fazemos uma ressalva importante: Branco nunca deveria ter acesso à rua, principalmente se sua tutora é ciente do perigo que isso representa para um gato. 

Segundo ela, foi a própria veterinária que lhe recomendou que "não tirasse essa liberdade dele, porque ele gosta muito de lá, foi o lugar que ele escolheu", e que o bichano passa o dia todo na faculdade e volta à noite para dormir em casa. 

Outra ressalva: nenhum veterinário deveria fazer tal recomendação, de deixar um gato com acesso para a rua, onde pode ser atropelado, sofrer as mais diversas violências por humanos, ser atacado por um cachorro, ingerir veneno, cair de uma altura grande - apenas para citar alguns riscos reais e que são realidade corriqueira entre gatos que andam nas ruas em todo o mundo. 

A tutora contou também ao Uol que Branco tem coleira de identificação com seu número de telefone, o que mostra que ela realmente acredita que zela pela segurança do gato, mas na verdade está equivocada e mal assessorada pela veterinária. 

Coleira com identificação é imprescindível para cães - assim como os gatos, eles não devem ter acesso à rua, exceto, claro, para passeios acompanhados por seus tutores e com a guia no pescoço o tempo todo. E a identificação servirá para o cachorro ser encontrado em caso de fuga, e não porque o tutor o deixou solto por aí.

Já os gatos nem devem usar coleira alguma, pois podem se enforcar. Gatos devem ficar em casa, seguros, com janelas teladas. A tutora de Branco relata ainda que, nos fins de semana e durante as férias, ele fica "muito entediado, rabugento e bravo", pois sente falta do movimento das pessoas na faculdade. 

Não sabemos como é o lar de Branco, mas tutores de gatos devem enriquecer a casa para que eles tenham bastante distração, como arranhadores, caixas, prateleiras, brinquedos como ratinhos e varas de pescar, entre outras, justamente para que não se entediem.

Parabenizamos a tutora pela atitude de resgatar e adotar um animal abandonado, assim como ficamos felizes e também gratos pelo bicho ser tão bem tratado por diversas pessoas ao longo de quase 10 anos, a ponto de se sentir em casa naquele lugar. Mas não podemos deixar de registrar aqui nossa preocupação com as idas e vindas de um gato ou cachorro pelas ruas, expostos a tantos perigos. Felizmente, Branco teve sorte todo esse tempo, mas o ato de deixar um gato ou cachorro livre pelas ruas não deve ser exemplo a ser seguido por nenhum tutor. 

Foto: Reprodução

10 coisas que acontecem com animais explorados para abate



1. Covardia


Porquinhos doentes ou que não crescem rápido suficiente são arremessados de cabeça em pisos de concreto para morrerem. Mantê-los vivos é muito custoso para a indústria.


2. Corte dos chifres


Fazendeiros cortam os chifres dos bois sem qualquer anestesia. Além da dor incalculável, o ato ainda pode causar infecções graves nos animais. Apesar disso, a prática é permitida por órgãos governamentais e até por lei.


3. Corte do rabo


Cortar o rabo de bois e vacas é uma prática normal na indústria. Nesse procedimento, corta-se pele, nervos e osso sem anestesia.


4. Corte do bico


Galinhas têm seus bicos cortados para evitar canibalismo, consequência do alto índice de estresse a que são submetidas.


5. Castração sem anestesia


Logo após nascerem, os porcos têm seus testículos arrancados sem qualquer anestesia.


6. Trituração de animais vivos


Pintinhos machos não botam ovos nem crescem tão rápido que compense seu custo de produção para serem vendidos como carne. Por isso, são sacrificados cruelmente, muitas vezes triturados ainda vivos.


7. Confinamento


Para maximizar a produtividade e a economia, animais em fazendas de exploração são mantidos presos em celas minúsculas onde mal conseguem se mexer. A grande maioria só vê a luz do sol a caminho do matadouro.


8. Overdose de antibióticos


Cerca de 80% de todos os antibióticos utilizados nos Estados Unidos são destinados a animais explorados para abate. No Brasil, a situação não é muito diferente.


9. Canibalismo


Para otimizar custos, muitas vezes os produtores usam carcaças de outros animais para alimentar galinhas e porcos.


10. Separação de famílias


Na indústria do leite, os bezerros são separados da mãe com poucos dias de vida. O leite que lhes serviria de alimento é consumido pelo homem. Quando nascem machos, os bezerros são abatidos com poucos meses de idade, anêmicos pela privação forçada de ferro pela indústria de carne de vitela.


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Ficou chocado? Então faça sua parte, não compactuando mais com essas atrocidades. Animais não são alimento, nenhum deles. Eles não são comida nem escravos dos humanos. Sentem como todos nós e por isso merecem a vida e a liberdade. A alimentação vegetariana estrita, sem carne de qualquer tipo ou derivados (laticínios, ovos, mel), já está provada como sendo a mais saudável para os humanos. Quem opta pelo veganismo (que engloba não somente a dieta vegetariana estrita, como também o não uso de roupas e acessórios de couro, lã, pele e seda, assim como o boicote a "atrações" que exploram os animais, como zoológicos, circos e aquários, e a empresas que fazem testes em animais) está fazendo um bem pelos animais e para sua própria saúde e vida. E não é difícil nem caro. Quer uma ajuda para começar a parar de comer carne? O primeiro passo é a informação. Aprenda com quem já vive esse estilo de vida: pergunte, pesquise. Use as redes sociais para expandir seu conhecimento sobre vários assuntos, inclusive esse, que é vital para você e um imensurável número de vidas inocentes. Há diversos grupos sobre o tema no Facebook. Listamos abaixo alguns deles:

Troll Ajuda disponibiliza um tópico fixo com uma lista de produtos (não só para alimentação) livres de crueldade animal e oferece sempre diversas dicas para iniciantes e "veteranos";

Veganismo é um dos maiores grupos sobre o tema no Facebook, com quase 50 mil membros sempre compartilhando experiências e tirando dúvidas;

Veganismo Popular desmitifica a ideia de que veganismo é caro. É perfeitamente viável seguir uma alimentação diária sem crueldade animal e sem maltratar o bolso;

Musculação Vegana é voltado para os praticantes de atividades físicas. Nele, você pode ver como é preconceituosa e errada a ideia que algumas pessoas tentam propagar, de que vegetarianos estritos são fracos fisicamente (muito pelo contrário, são mais fortes e saudáveis). O grupo oferece diversas dicas de alimentação e suplementação vegana.

Existem ainda sites e blogues com deliciosas receitas veganas, simples e baratas de fazer. Estes são alguns: 




Viewganas (canal do YouTube especializado em versões veganas de receitas tradicionais com carne) 

Já a Revista dos Vegetarianos é uma publicação mensal (impressa e on-line) com excelente conteúdo que vai bem além de receitas, focando a saúde como um todo. 

Mapa Vegano lista diversos estabelecimentos em todo o Brasil, abrangendo produtos e serviços de alimentos e bebidas, higiene e beleza, roupas e acessórios, ONGs e outros. 

E para dar uma força aos iniciantes, o Mercy for Animals Brasil disponibiliza um Guia Vegetariano gratuito em seu site. Nele, você encontra diversas informações que podem norteá-lo no começo de uma nova vida. O Desafio 21 Dias Sem Carne também pode ser uma boa forma de você começar - e descobrir que consegue abolir definitivamente os animais do seu cardápio.

Mas já saiba desde o começo que abraçar o veganismo é uma mudança e tanto, que fará um imenso bem para você, para os animais e para o planeta.