5 sinais de doenças cardíacas em cães


Doenças cardíacas são um assunto sério, por isso é importante que sejam diagnosticadas o mais rápido possível, para que o cachorro receba o tratamento adequado.

Existem alguns sintomas que indicam algum problema no coração.

É claro que ninguém pode diagnosticar uma doença apenas dessa maneira, mas se notar qualquer um dos sinais abaixo, leve seu cachorro ao veterinário para que ele faça os exames necessários. A veterinária Diane Levitan descreve cinco sinais de doenças cardíacas em cachorros que são fáceis para os tutores notarem:

1. Respiração ofegante. É um sinal sutil, mas muito sério. Se o cão estiver com a respiração mais rápida do que o normal pode ser um indício de diminuição da capacidade cardíaca.

2. Tosse. O motivo mais comum de um veterinário ver um cachorro com uma doença cardíaca é a tosse. A tosse nunca pode ser considerada algo normal, portanto se o seu cachorro estiver tossindo, deve passar por uma consulta veterinária.

3. Cansaço. Se você estiver passeando com seu cachorro como sempre faz e ele ficar ofegante e se sentar antes do que o habitual, significa que ele está ficando cansado mais rápido. Existem diversas razões para a falta de resistência física e a doença cardíaca pode ser uma delas.

4. Barriga grande. O enfraquecimento do músculo cardíaco também pode resultar na má circulação sanguínea, que causa retenção de líquidos na barriga, tornando-a grande de maneira repentina ou gradual. Existem outros motivos para isso, mas só um veterinário poderá dar o diagnóstico correto. Normalmente, esse sintoma é acompanhado de perda de massa muscular e falta de apetite.

5. Desmaio. Um sinal pouco comum, porém extremamente alarmante, é o desmaio quando seu cachorro fica muito animado. Geralmente, eles desmaiam com frequência, mas se recuperam rapidamente. Se isso está acontecendo com seu cão, você deve levá-lo imediatamente ao veterinário.


Foto: Karina Sakita


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

A matéria cita alguns sintomas para que o leitor fique atento. Reforçamos que quem irá determinar o diagnóstico e estabelecer um tratamento é o veterinário. Leve seu animal periodicamente ao veterinário, e principalmente quando ele apresentar algum comportamento incomum.

Gatos são amor!


Fonte: BuzzFeed

Isso é carne de frango de verdade. E nenhum animal morreu


Responda rápido [quem ainda come animais]: quando aquele filé de frango crocante chega estalando ao seu prato, você se pergunta de onde ele veio? Como foi produzido? Mas e se o animal não precisasse ser morto para você saciar seus desejos à mesa?

Isso já é possível, pelo menos tecnologicamente. E, não, não estamos falando de proteínas vegetais derivadas de soja, mas de carne de verdade. Na semana passada, a startup norte-americana Memphis Meats anunciou o desenvolvimento dos primeiros filés de frango e de pato cultivados em laboratório.

Eles são produzidos a partir de amostras de células dos animais que, ao serem colocadas em uma solução com nutrientes químicos, crescem e se multiplicam, formando o mesmo tecido do animal.

Quanto ao sabor, praticamente não há diferença em relação à carne de abatedouro, segundo os participantes da degustação promovida pela startup durante lançamento do produto dias atrás nos Estados Unidos.

O grande diferencial da carne de laboratório é a capacidade de atacar três problemas graves associados à produção convencional de proteína animal: a degradação do meio ambiente, a questão do bem-estar animal* e preocupações sanitárias e de saúde.

“A galinha e o pato estão na mesa de tantas culturas ao redor do mundo, mas a maneira como as aves convencionais são criadas acarreta grandes problemas para o meio ambiente, bem-estar animal e saúde humana. Nosso objetivo é produzir carne de uma forma melhor, para que seja deliciosa, acessível e sustentável, afirma a cofundadora e CEO da Memphis Meats, Uma Valeti, em nota à imprensa. 

O único empecilho entre o seu prato e o frango high tech é o custo, atualmente proibitivo. Segundo o jornal The Wall Street Journal, meio quilo de carne de frango de laboratório não sai por menos de US$ 9.000 (sim, nove mil dólares), mas esse custo está caindo rapidamente a cada novo lote, disse ao site Gizmodo o vice-presidente de desenvolvimento de negócios da empresa, Steve Myrick.

A expectativa é de que, quando as carnes sem abate chegarem às lojas até 2021, o custo coincidirá com o da carne regular encontrada hoje nos mercados. E isso não é futurologia. O hambúrguer de laboratório apresentado ao mundo em 2013, pelo cientista Mark Post, da Universidade Maastricht, na Holanda, passou de um milhão de reais para pouco menos de 40 reais a unidade em dois anos.

“Qualquer consumidor que queira consumir [nossa] carne por razões éticas ou financeiras deverá ser capaz de fazê- lo e ter essa opção no mercado.”

A plataforma tecnológica que a empresa está construindo para produzir carne sem sacrifício animal também permitirá que, no futuro, ela manipule a textura e o perfil nutricional de seus produtos, buscando agregar características mais saudáveis e nutritivas.

“Acreditamos realmente que esse é um salto tecnológico significativo para a humanidade”, diz Uma, “e uma oportunidade de negócio incrível para transformar uma gigantesca indústria global e contribuir para resolver alguns dos problemas de sustentabilidade mais urgentes do nosso tempo”.

Na foto abaixo, um prato confeccionado com tiras de pato cultivado em laboratório pela startup:


Fonte: Exame

Fotos: Memphis Meats / Reprodução


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:


2. *Não se engane quando ouvir o termo 'bem-estar animal'. Esse bem-estarismo é a falácia usada pela indústria da carne para enganar o consumidor que tem algum peso na consciência por se alimentar de animais, mas continua se alimentando assim mesmo, e fazê-lo acreditar que os animais que está comendo não foram maltratados, mas sim viveram felizes em uma linda e ensolarada fazendinha cheia de flores, correndo livres pelos campos, até chegar o momento do "abate humanitário", outra falácia me-engana-que-eu-gosto propalada pela indústria da carne, segundo a qual o animal tem uma morte "digna", "sem dor". Montes de baboseira.

Recomendamos o documentário A Carne É Fraca, do Instituto Nina Rosa, que foi todo filmado dentro de matadouros que se orgulham em dizer que praticam o "abate humanitário". Conheça esse horror e imagine como são então os abatedouros que matam de forma não humanitária. Já a postagem A realidade por trás dos ovos "livres de gaiola" derruba outro argumento bem-estarista, em relação às galinhas - clique no link e entenda. 

O que nós, da causa animal queremos e lutamos para acontecer é o abolicionismo animal, que todos vivam livres, sem dor e sofrimento, sem serem explorados de nenhuma forma, pois todos têm esse direito, não somente os humanos - ou você acha que só porque eles não falam, eles não sentem? Só porque eles não falam, os humanos são melhores do que eles e têm o direito de dominá-los e usá-los da maneira como bem entendem?

Assim, nós, da Natureza em Forma, apoiamos a ideia da criação de um substituto para a carne, já que o ponto principal de parar de consumir animais - respeito pela vida de seres inocentes - não comove a maioria das pessoas. É uma forma de minimizar o consumo, "ludibriando" o paladar do consumidor. Nesse caso, os fins justificam os meios: o importante é o fim das mortes dos animais de consumo, e essa pode ser uma alternativa se cair nas graças do grande público que come carne. Que essas iniciativas como da Memphis Meats e da Impossible Foods deem certo, prosperem e se expandam por todo o planeta - e a preços acessíveis. Que este seja realmente o começo de uma revolução nos hábitos alimentares da população mundial - e mesmo o começo de uma conscientização de que a indústria da carne é danosa não apenas aos animais, mas também ao organismo humano e ao meio ambiente em geral, e que tirá-la de nosso cardápio é algo vital para a continuidade até mesmo da vida humana no planeta.

Um terço dos rios do planeta está poluído, aponta novo estudo da ONU


Ouça a reportagem aqui.

O relatório mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre desenvolvimento dos recursos hídricos revela dados alarmantes sobre as águas residuais, tema do Dia Mundial da Água comemorado ontem, 22/3/2017. Mais de 80% vai parar nos rios e oceanos do planeta sem tratamento.

Água residual é aquela que sofre interferência por uso comercial, industrial ou doméstico, como o esgoto.

As piores condições estão nos países de baixa renda, que tratam somente entre 8% e 28% desse tipo de resíduo. Como consequência, um terço dos cursos d'água no mundo, principalmente na África, Ásia e América Latina, está completamente poluído.

O porta-voz de Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) no Brasil, Massimiliano Lombardo, explica que a contaminação prejudica a economia e coloca em risco a saúde da população, sendo as crianças as mais prejudicadas.

"Esgotos não tratados são esgotos que têm várias substâncias contaminantes. Tem muita bactéria que causa problemas de saúde como cólera e febre tifoide, que matam crianças principalmente. E as águas residuais, se forem tratadas, podem se tornar um recurso útil para vários outros usos: irrigação, lavagem de ruas, carros e até consumo humano, água potável", afirma Lombardo.

Só em 2012, mais de 800 mil pessoas morreram em decorrência da falta de saneamento básico. Nos oceanos, a descarga de águas residuais já atinge uma área de quase 250 mil quilômetros quadrados, destruindo ecossistemas marinhos e gerando impactos na atividade pesqueira.

Ainda segundo o relatório, faltam informações objetivas para se buscar uma solução para o problema. De 181 países pesquisados, apenas 55 tinham dados a respeito do tratamento e utilização de águas residuais.

Um drama vivido por muitos ambientalistas, conforme conta o presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos: "É muito preocupante porque nem se sabe que tipo de substâncias vêm sendo lançadas na maioria desses países que não informam a característica dessa poluição. No Brasil, 60% do esgoto não é tratado. Então, somente a poluição por esgotos já representa um grande drama nacional. Somente com informações corretas nós conseguiremos criar políticas mais rápidas para uma solução".

Na América Latina e Caribe, o relatório destaca o Chile como o país mais avançado no tratamento de águas residuais. Brasil, México e Uruguai aparecem como países que promoveram avanços substanciais nos últimos anos.

Para a ONU, a melhoria na gestão das águas residuais é fundamental para atingir parte das metas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, assinada em 2015 por mais de 190 países.

Fonte: Rádio CBN

Foto: Leopoldo Rosa / CBN


NOTAS DA NATUREZA EM FORMA:

1. Lembramos que várias doenças transmitidas por mosquitos se proliferam porque os rios estão poluídos e seus predadores naturais, como peixes e anfíbios, estão morrendo. A consequência disso é a origem de diversos surtos, a exemplo do que está ocorrendo atualmente com a febre amarela.

Veganismo na infância - Animais resgatados de maus-tratos posam para divulgação do CD Animal Sente


Os artistas Nana Lacerda e Bruno Monteiro lançam uma série de imagens com os animais de seu pequeno santuário chamado Alwaysland Gaia para ​promover a​ divulgação do primeiro CD vegano do Brasil, Animal Sente.

O álbum é composto por 13 canções que vão do rock ao forró, passando por baladas, MPB e reggae. Com melodias leves, alegres e cheias de reflexões, o CD é uma ótima opção de presente para crianças e adultos.

As trilhas foram compostas pelo casal de artistas da Cia. Dente de Leão, ambos ativistas pelos direitos dos animais, e arranjadas pelo pianista Bruno Monteiro com a interpretação genial e performática da cantora Nana Lacerda, também bailarina e blogueira do Vegana É a Mãe​.

Com um encarte de primeira linha repleto de imagens pintadas ​à​ mão p​ela própria Nana e pelo filho Diego Naropa (o MiniVegano), o CD visa levar conscientização sobre alguns cuidados com os animais - como resgate, adoção, proteção e libertação -​, mas também alegrar, divertir e presentear o “ouvir” de todos, onde quer que seja.

A renda será revertida para alimentação e cuidados veterinários dos animais recolhidos como vítimas de maus-tratos do pequeno Santuário Alwaysland Gaia e financiamento de mais ações artísticas para a causa animal.

Adquira o seu aqui ou​ direto​ pelo WhatsApp (11) 984 388 235.










Fonte: Olhar Animal

Fotos: Divulgação


NOTA DA NATUREZA EM FORMA:

Acompanhe nossa série semanal sobre veganismo na infância. Clique no marcador abaixo e leia as matérias anteriores!